CENAS DE UMA SALA NOVA #3 (ÚLTIMO CAPÍTULO)

13.2.21

Demorou a sair este último capítulo das obras na sala, porque o inverno anda rigoroso, dias cinzentos e chuvosos que me impediam de tirar fotos como eu gosto. Até que hoje, ao fim de três semanas, houve uma aberta, o sol espreitou tímido mas foi o suficiente para me fazer pegar na máquina e mostrar-vos as obras concluídas. Ainda há um ou outro objeto que continua à procura do seu lugar, uma poltrona que veio do quarto e está aqui em modo provisório, mas em geral, aquilo que imaginei, ficou pronto. Quem acompanhou os primeiro e segundo episódios sabe que o mais importante foi tirar a lareira e arranjar um estratagema que impedisse a vista franca de quem abria a porta de entrada de casa já que não temos hall de entrada. Check and Check. Demolir a lareira permitiu virar a zona de estar ao contrário, e a estrutura em madeira em frente à porta, que tanto receávamos que se tornasse um "mamarracho" no meio da sala saiu literalmente melhor que a encomenda. Foi idealizada por uma amiga designer de interiores, com uns toques meus, demorou 7 meses a ser executada e muitas idas e vindas minhas para explicar ao carpinteiro as dúvidas que o desenho suscitava, mas valeu a pena: cumpre bem a função que queríamos, não atravancou o ambiente e nem se tornou um obstáculo à luz natural que entra a rodo logo pela manhã. Mas melhor que eu falar é vermos as imagens. Como bónus, no fim da reportagem juntei plantas do antes e depois para aqueles que gostam de uma explicação mais técnica e TCHARAN.....um vídeo caseiro para os apressados que não se interessam em ver pormenores e apenas querem apreciar o resultado final. Enjoy you all! 

Comparando as fotos do atual e antes: o quadro do velho negro (que veio da casa dos meus avós maternos, no Brasil) está exatamente no mesmo local e foi o ponto de partida para a distribuição de todo o resto. O sofá e o tapete são novos e a mesinha amarela, foi a primeira peça que pedi à minha sogra para me dar, isto há 25 anos. Na época dei-lhe um banho de laca amarela e coloquei-a na casa de banho social, com uma certa pena minha que sempre a quis ver num local onde pudesse desfrutar dela mais vezes:


OBJETOS SOLTOS TRANSFORMADOS EM PORTA VELAS

18.1.21

Esta experiência já deveria ter aparecido aqui antes, pois a intenção era transformar algumas formas de bolo em porta velas para a mesa de Natal, mas o tempo encolheu e eu não tive escolha senão esperar uma oportunidade melhor. Encomendei o material na Amazon, esta cera natural e os pavios e não quis investir em óleos com cheiros e colorantes com receio do experimento não dar certo e eu ficar em casa cheia de matéria prima sem utilidade. Mas foi tão simples que estou a pensar reconsiderar. Todos temos guardadas peças avulsas e desirmanadas que podem vir a ter um pouco mais de utilidade do que somente enfeitar. Objetos como chávenas, copos pequenos e outros contentores de tamanho mais reduzido são os ideais. A partir daí, creiam, é só diversão, e não pensei que a experiência fosse correr com tanta facilidade, rapidez e resultados à primeira. Tantas vezes recebemos peças de serviços que pertenceram aos nossos avós ou pais e não sabemos o que fazer com elas além de enfia-las nos armários, eis uma boa forma de lhes dar nova função! É também uma excelente dica para uma prenda mais personalizada. Ora vejam:

MANTA EM CRAZY PATCHWORK PARA A ROSÁRIO

4.1.21

Neste início de Ano Novo, optei por mostrar-vos mais uma manta que fiz para uma bébé. O nascimento de uma criança traz felicidade, alegria e esperança de um novo porvir, exatamente o que ansiamos para 2021! Foi feita em Crazy Patchwork, uma técnica aparentemente sem técnica mas se consultarmos os tutoriais que pupulam por aí, os entendidos citam sempre uma ou duas regrazinhas básicas. Eu, passei por cima de todas elas, apenas separei os meus infinitos restos de tecidos por cores para me facilitar a vida e a partir daí foi coser retalho a outro retalho até formar blocos de 6 X 6 polegadas (sensivelmente 15,5cm X 15,5cm). A única coisa que falhou e que se olharem bem para as fotos eventualmente vão acabar por notar, é que o tecido jeans usado para unir os blocos tinha um pouco de strecht e isto dificultou-me imensamente o trabalho! Patchwork e elasticidade definitivamente não combinam e algumas costuras, por mais que eu tenha tentado dar o meu melhor, saíram um pouco tortas. Mas também, quem me manda ir comprar tecidos a uma loja em que por causa da pandemia, nos obriga a calçar luvas protetoras à entrada? Luvas plásticas impregnadas de gel (sim, dupla proteção, não vá a luva sozinha falhar!) + máscara tiraram-me totalmente a sensibilidade e o discernimento! Comprar tecidos sem sentir ou tocar, não existe! Nota mental para não voltar a lá entrar.

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