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CASA GRANDE chocolatier

20.2.15
Quem mora no norte de Portugal, está com sorte, pois além da marca ser de lá, existem lojas em Vila do Conde, Matosinhos, Barcelos, Gaia, entre outras cidades. Parece que em Lisboa também há um franchising, mas sinceramente, devo estar a perder qualidades, pois além de ter pesquisado online, ainda dei-me ao trabalho de agarrar na bicicleta e pedalar pela zona do Príncipe Real e São Bento, onde hipoteticamente se situa o espaço, mas ambas as iniciativas não tiveram sucesso!
Enfim, não conhecia a marca, e foi no último fim de semana, em passeio pelo Porto, que ao passar pela Rua Ferreira Borges, fui atraída pelas cores e pormenores do ambiente retrô e apesar de ser hora do almoço, imediatamente entrei, sentei-me e pedi uma meia de leite. Eu nem gosto de meia de leite. Ou tomo leite, ou café, mas nunca os dois misturados. Mas tão absorvida estava pelos detalhes que nem raciocinei: o que eu queria mesmo, era tempo para fotografar.
Fiquei conquistada de vez, quando a meia e o salame de chocolate (que também pedi num impulso) vieram servidos nas porcelanas que de há um tempo a esta parte, ocupam o meu coração, as loiças holandesas da Pip Studio.
De todos os tipos de chocolates, pãezinhos, bolos e doces que se pode saborear na Casa Grande, não vou falar, pois são inegavelmente deliciosos. Mas vou dizer-vos que me perdi no bom gosto do espaço, na calma do colorido suave, na originalidade das garrafas de leite transformadas em candeeiro, na delicadeza dos produtos protegidos pelas cloches. Preciso voltar, para dispensar a meia e regalar-me com um chocolate quente da casa, extremamente espesso.


ENCONTRO DE BLOGGERS

20.6.14
E sábado passado todos os caminhos foram dar a Leiria.
A escolha da cidade deu-se por ser a meio caminho entre quem vinha do norte do país ou rumava do centro (não havia candidatas ao evento, oriundas do sul). Ninguém se conhecia, a não ser virtualmente. E foi uma surpresa agradável descobrir as caras de quem está por trás dos blogs  Cem ManiasEvelyne Home InteriorsHome Change HomeQuinta da SamarraEncroixyableDesabafos em Rodapé e Gira aos Quarenta.
O ponto de encontro foi a praça do centro histórico de Leiria, com vista para o castelo. Mais exatamente, na esplanada do restaurante Mata Bicho.
Num dia em que os termómetros passaram dos 30 graus, o tempo fluiu e foi pouco para tanta conversa descontraída, (mais) partilha de ideias , de gostos, de vivências.
Sem nenhuma combinação prévia, todas tínhamos trazido lembranças para oferecer, fossem feitas por si, colhidas no quintal ou especialidades das nossas regiões.
Para acabar a tarde em beleza, e como por encomenda, havia uma feira de velharias mesmo ao lado de onde nos encontrávamos, que fez as nossas delícias.
Um dia muito bem passado, entre novas velhas amigas, e sem dúvida, a repetir.




TUDO BONITO COM IDEIAS SIMPLES

28.1.13
Foi com um almoço que reuniu a sua (grande) família e os (muitos) amigos na quinta dos pais em Teixoso,concelho da Covilhã,280 km de Lisboa,que a Cristina comemorou o seu aniversário e provou que não é preciso uma mega produção para se receber bem e com gosto.

As mesas decoradas com simplicidade e colocadas ao ar livre (nada como conviver junto à natureza),contribuiu para um clima de descontração e o almoço seguiu até à noite.É certo que a prenda extra que a aniversariante recebeu nesse dia,foi uma bonita tarde de outono.Obrigada São Pedro!

Reparem abaixo, que todos os elementos que compõem as mesas são acessíveis, portanto são ideias que se pode tranquilamente repetir e sem gastar $$$ demasiado:caminhos de mesa de cores e padrões diferentes sobre toalhas brancas,copos e loiças neutros,talheres de vários faqueiros e pequenas velas em castiçais diversos. Detalhes que tornaram a festa agradável.Tudo "prata da casa" como espontaneamente me explicou a Cristina. 



Centro de mesa do buffet com frutas,legumes e terrina em forma de cabeça de javali da Fábrica Bordallo Pinheiro.Lanternas com velas.
Como pano de fundo,a incrível casa da família,construída em pedra da região,cujos interiores são repletos de detalhes e lembranças de outras épocas e gerações.
Aqui a escada principal,de um vermelho vibrante,lembrando que "meu coração é vermelho, de vermelho vive o meu coração".A impressão que se tem, quando se acede à escada, é a de que se está a entrar num imenso coração que pulsa, gerando vida.
Uma casa com vida,literalmente.
As fotografias não conseguem transmitir a luz do ambiente, com o impacto do vermelho e dos vidros coloridos ao fundo, que nos dá ainda mais a sensação de entrarmos num órgão vivo.(mea culpa)


Fim de festa, já noite dentro.Velas acesas num cenário nostálgico, e mais vermelho paixão.


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