Este fim de semana fui à Bélgica. Já perdi a conta das vezes que visitei aquele país que trago no coração, de forma que minhas idas lá não são mais turísticas e sim puro deleite de passear pelas ruas, sem pressa e sem destino. O tempo foi curto para matar saudades e colher inspirações, mas nas minhas deambulações tropecei por elementos de outros tempos, que foram concebidos para usos específicos, mas que pelo seu forte apelo visual, metamorfosearam-se e acabaram por tornar-se protagonistas dos ambientes. E foi assim que os bules levaram uma camada de tinta spray e reinam agora dependurados do teto. Que gavetas solitárias transformaram-se em prateleiras. Que bancos ganharam pedais e a cadeira de cinema veio para a esplanada. Que o pé de máquina virou mesa. Que as malas de viajem converteram-se em apoio para plantas. Que o carrinho de mão, bem, esse não mudou muito de funções, mas tornou-se um belo recipiente para bolbos. Flanar pelas ruas, é das coisas que mais gosto de fazer. De tal forma que muitas vezes antes de sair de casa, aviso: "se alguém perguntar por mim, diz que fui por aí".
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CRIATIVIDADE ALHEIA
28.8.17
Sei que o Verão está no fim, mas não posso deixar de partilhar algumas ideias que vi por aí e achei cativantes. Inspirações de reuso, a maior parte delas: utilizar uma cadeira ou embarcações para transforma-las em "vasos" incomuns e decorar os jardins; recorrer a barris para indicar e iluminar a entrada de casa ou demarcar uma zona. Ou tão simplesmente aproveitar as pedras altas de um canteiro, colocar almofadas em cima, e aparecer quase que por magia, um canto agradável para sentar os amigos. Criatividade alheia, que sempre me encanta.
(RE)usar (RE)aproveitar (RE)inventar
29.5.17
Perdoem-me, sei que este tipo de post não é dos mais populares no blog. Mas eu gosto de trazer para cá ideias que observo pelas ruas pois, confesso, fascina-me ver um objeto do dia a dia utilizado de forma diferente. O "reuso" é uma descoberta constante, é olhar para o que já existe e a partir daí tecer infinitas possibilidades de transformação e transportar esses novos conceitos para casa, sem medos.
Gavetas usadas como nichos ou às quais se acrescentou uns pés para transformar em mesas, são ideias bonitas e constantes por aí, no entanto estas peças viradas de cabeça para baixo e utilizadas como prateleiras, já não é tão vulgar. Já as imagino como mesinhas de cabeceira num quarto com poucos metros.
Gavetas usadas como nichos ou às quais se acrescentou uns pés para transformar em mesas, são ideias bonitas e constantes por aí, no entanto estas peças viradas de cabeça para baixo e utilizadas como prateleiras, já não é tão vulgar. Já as imagino como mesinhas de cabeceira num quarto com poucos metros.
MESAS SINGULARES
20.1.17
A visão fora da caixa sempre me chama a atenção. Gosto de ver como as pessoas lidam com os materiais e as formas e com imaginação, dão um pequeno twist a objetos vulgares, trocando-lhes a função e colocando-os num patamar superior. São ideias vistas nas ruas, em espaços públicos, mas que insisto em registar, pois nada impede que possam ser transportadas para as nossas casas, permitindo-nos sair da nossa zona de conforto e originando ambientes singulares.
→→Em Lisboa, bidons metálicos (ou tambores) foram pintados de cores fortes e dispostos na entrada de uma escola de línguas. Bancos altos, permitem que os alunos sentem e escrevam ou consultem o laptop enquanto esperam para entrar nas aulas.
MESAS DE NATAL POUCO TRADICIONAIS
16.12.16
Quando pensamos numa mesa de Natal, logo nos vem à mente, muito brilho, requinte, cores tradicionais da época, loiças temáticas. Mas vamos esquecer tudo isso, porque é possível sim, ter uma mesa festiva, acessível e sem cair no clássico. Particularmente, agradam-me as decorações de Natal, quando estas saem do lugar comum, mas ainda assim nos remetem às festas da quadra. No início de Dezembro estive uns dias em Bruxelas, é uma cidade que aprendi a gostar, e o facto de lá ter uma filha a morar há 6 anos colaborou para isso, onde sinto-me bem e em casa. Como sempre, visitei as minhas lojas preferidas e fotografei 5 mesas que me chamaram a atenção, justamente por utilizarem itens comuns, que podemos usar os 365 dias do ano, e apenas foram adicionados acessórios de Natal para lembrar a época.
Começo pela cadeia Habitat, que nos brinda sempre com artigos simples e modernos. São dessa loja as 3 próximas mesas.
Gostei da sobreposição sem cerimónia de tábua de madeira+bandeja+prato+bowl. Reparem que tudo é despretensioso, até os copos, e o Natal só é lembrado pelos enfeites: bolas, floco de neve sob o bowl, árvore estilizada ao lado dos talheres.
Começo pela cadeia Habitat, que nos brinda sempre com artigos simples e modernos. São dessa loja as 3 próximas mesas.
Gostei da sobreposição sem cerimónia de tábua de madeira+bandeja+prato+bowl. Reparem que tudo é despretensioso, até os copos, e o Natal só é lembrado pelos enfeites: bolas, floco de neve sob o bowl, árvore estilizada ao lado dos talheres.
VIVA A CRIATIVIDADE!
25.7.16
Um dos meus passeios preferidos é andar sem rumo, de olhos bem abertos, atenta a ideias que possam dar um toque de irreverência à decoração! Gosto do olhar fora do comum que certas pessoas têm para enxergar várias possibilidades num objeto só. Trocar a função de um elemento ao utilizá-lo de maneira original pode gerar ambientes pessoais e muito calorosos, e se umas soluções são mais difíceis de concretizar, outras há que são desconcertantes de tão simples! Deixo-vos 8 propostas fora do habitual que esbarrei por aí, em lojas e restaurantes, mas peço indulgência com a qualidade das imagens. Fotos tiradas com o telemóvel, atrás do vidro, com pouca luz, alguma pressa ou under cover!
Interessante o incremento que deram a lustres clássicos em bronze. Ao pendurarem pratos com o auxilio de correntes, as luminárias não perderam o seu estilo tradicional e ainda ganharam em originalidade. Aqui, enfeitam uma casa de chá (em Toulouse, França), mas vejo-os perfeitamente numa cozinha doméstica ou sobre a mesa de jantar.
Interessante o incremento que deram a lustres clássicos em bronze. Ao pendurarem pratos com o auxilio de correntes, as luminárias não perderam o seu estilo tradicional e ainda ganharam em originalidade. Aqui, enfeitam uma casa de chá (em Toulouse, França), mas vejo-os perfeitamente numa cozinha doméstica ou sobre a mesa de jantar.
POR AÍ NA AMÉRICA
5.5.16
Uma das coisas que mais gosto de fazer é fotografar por aí ideias que acho diferentes, criativas e sobretudo, passíveis de serem transportadas para as nossas casas. Por vezes nem é bem a ideia em si que me atrai, mas sim o conceito que está por trás e que mais tarde poderá nos servir de ponto de partida para outras criações. Nestas 2 semanas de Estados Unidos, colecionei algumas imagens de elementos do dia a dia, transformados, que se bem inseridos num ambiente, podem causar um forte apelo visual e até, tornarem-se protagonistas do espaço.
Montra de uma livraria: livros velhos empilhados e colados entre si, com várias camadas de tinta derramadas em cima. Talvez seja um elemento efémero, mas vejo perfeitamente esta ideia transformada em mesinha de apoio ao lado de um sofá ou da cama, somente com um candeeiro em cima!
POR AÍ
27.1.16
Há já algum tempo que não trazia imagens de coisas interessantes que outros ou eu, com o olhar afiado, captamos por aí. Ideias simples, irreverentes ou divertidas, passiveis de serem levadas para casa. Ou aquela criatividade e certa ousadia que geram espaços visualmente apelativos. A qualidade das fotos, já sabem, é o costume, tiradas com o telemóvel, com pouco cuidado no foco ou ângulo. Relevem!
Parece que tornou-se tendência em refeições descontraídas, dar uma finalidade fora do comum aos potes de vidro que sempre teimam em pairar lá por casa. Neste almoço eles foram utilizados como recipientes para a sobremesa, mas nas imagens a seguir, simples potes transformam-se em verdadeiros mason jars. Umas folhas de hortelã ou umas palhinhas listradas ajudam a incrementar ainda mais o visual do sumo, já de si, bastante atraente.
Parece que tornou-se tendência em refeições descontraídas, dar uma finalidade fora do comum aos potes de vidro que sempre teimam em pairar lá por casa. Neste almoço eles foram utilizados como recipientes para a sobremesa, mas nas imagens a seguir, simples potes transformam-se em verdadeiros mason jars. Umas folhas de hortelã ou umas palhinhas listradas ajudam a incrementar ainda mais o visual do sumo, já de si, bastante atraente.
IDEIAS DESCONTRAÍDAS PARA A MESA
23.7.15
Quando o verão instala-se e com ele chegam as férias, vem também a vontade de fazer refeições leves em mesas descontraídas. Temos mais tempo disponível para estar com a família e convidar os amigos e inovar é uma forma de sair da rotina, mesmo que continuemos em casa. As ideias que vão ver a seguir, pesquei-as por aí. São simples, criativas, e adaptadas à nossa realidade, podem fazer a diferença na hora de sentar à mesa. O meu conselho é o do costume: olhos bem abertos e antenas ligadas pois a inspiração está por todo o lado!
No Porto chamou-me a atenção esta mesa comunitária, onde tudo está à mão de semear, mesmo antes de iniciar a refeição: uma bela água fresca e aromatizada, frutas da época, e até canetas de feltro para as crianças não se maçarem. Reparem na loiça simples e nas flores secas colocadas de forma despretensiosa. Uma mesa informal e aconchegante, fácil de reproduzir, onde descomplicar parece ser a palavra de ordem.
No Porto chamou-me a atenção esta mesa comunitária, onde tudo está à mão de semear, mesmo antes de iniciar a refeição: uma bela água fresca e aromatizada, frutas da época, e até canetas de feltro para as crianças não se maçarem. Reparem na loiça simples e nas flores secas colocadas de forma despretensiosa. Uma mesa informal e aconchegante, fácil de reproduzir, onde descomplicar parece ser a palavra de ordem.
E FEZ-SE LUZ!
26.4.15
Gosto de soluções que surpreendam e que fujam do óbvio. E quando o assunto é transformar ou reutilizar objetos dando-lhes nova função, então, fico completamente rendida! Existem pessoas que conseguem ver mais longe, que ousam, e sugerem ideias que saem do convencional. E se algumas propostas são mais complicadas de reproduzir, e talvez requeiram a ajuda de um profissional, outras há que se tornam desconcertantes de tão simples e acessíveis que são!
Vale a pena deixar os olhos bem abertos para captar por aí, o que de diferente se faz!
Vale a pena deixar os olhos bem abertos para captar por aí, o que de diferente se faz!
LÁ FORA
6.3.15
É praticamente oficial: a primavera está a chegar. E não é só no calendário! Na vida real as temperaturas estão amenas e os dias mais longos. O céu pintou-se de azul, aqui e ali brota uma flor, e até já se pensa em aposentar botas, edredons e o mau humor dos dias cinzentos. É hora de olharmos para o nosso jardim, terraço ou varanda com outros olhos e resgatá-los de um longo e tenebroso inverno. Pelo menos essa será a minha tarefa do fim de semana: limpar os vasos, podar o que sobreviveu, replantar, comprar umas mudas, acrescentar e fertilizar a terra. Isto numa primeira fase. Em progresso estão novas almofadas e uma manta para vestir o velho banco que terá de resistir mais um ano. E at last, mas sobretudo not least, virão as ideias simples, divertidas e baratas para deixar a área verde ainda mais acolhedora e com uma identidade muito, muito própria!
CASA GRANDE chocolatier
20.2.15
Quem mora no norte de Portugal, está com sorte, pois além da marca ser de lá, existem lojas em Vila do Conde, Matosinhos, Barcelos, Gaia, entre outras cidades. Parece que em Lisboa também há um franchising, mas sinceramente, devo estar a perder qualidades, pois além de ter pesquisado online, ainda dei-me ao trabalho de agarrar na bicicleta e pedalar pela zona do Príncipe Real e São Bento, onde hipoteticamente se situa o espaço, mas ambas as iniciativas não tiveram sucesso!
Enfim, não conhecia a marca, e foi no último fim de semana, em passeio pelo Porto, que ao passar pela Rua Ferreira Borges, fui atraída pelas cores e pormenores do ambiente retrô e apesar de ser hora do almoço, imediatamente entrei, sentei-me e pedi uma meia de leite. Eu nem gosto de meia de leite. Ou tomo leite, ou café, mas nunca os dois misturados. Mas tão absorvida estava pelos detalhes que nem raciocinei: o que eu queria mesmo, era tempo para fotografar.
Fiquei conquistada de vez, quando a meia e o salame de chocolate (que também pedi num impulso) vieram servidos nas porcelanas que de há um tempo a esta parte, ocupam o meu coração, as loiças holandesas da Pip Studio.
De todos os tipos de chocolates, pãezinhos, bolos e doces que se pode saborear na Casa Grande, não vou falar, pois são inegavelmente deliciosos. Mas vou dizer-vos que me perdi no bom gosto do espaço, na calma do colorido suave, na originalidade das garrafas de leite transformadas em candeeiro, na delicadeza dos produtos protegidos pelas cloches. Preciso voltar, para dispensar a meia e regalar-me com um chocolate quente da casa, extremamente espesso.
BASTA UM OLHAR DIFERENTE
9.1.15
Uma das minhas irmãs nunca visita o blog. Sabe que ele existe e imagina vagamente que o foco é a decoração. Em contrapartida, quando viaja lembra-se de mim, e entope o whatsapp com coisas diferentes que vê por aí. Sugestões que, pensa ela, poderão agradar a mim e a quem me lê. As fotos são, na sua generalidade, mal batidas, por vezes desfocadas ou desenquadradas, e amiúde tenho que lhe pedir que repita, capte mais pormenor, mude de ângulo. Ou então, simplesmente que passe o telefone a alguém mais talentoso que esteja ao lado! Enfim, são fotos despretensiosas, mas que me inspiram, por ilustrarem ideias que podem levar a outras. Novas propostas, que prendem a atenção por serem incomuns, e que quase sempre implicam mais imaginação que custos. Ou seja, basta um olhar diferente para dar uso ao que estava sem préstimo, ou para tornar extraordinário, o banal.
E enquanto em Londres, o almoço tardava no the refinery, eu, em Lisboa, ia me deliciando com as imagens.
ILHAS GREGAS PELA LENTE DA FILHA
16.7.14
Há quem diga que as ilhas Gregas, repletas de casinhas brancas com telhados azuis, de cúpulas, de pequenas igrejas, de ruelas estreitas e labirínticas, e rodeadas por um azul infinito, são a definição de paraíso.
Eu não estive lá, mas a minha filha sim. E através do seu iphone, registou para a mãe, aquilo que não passou despercebido aos seus olhos.
Foi um deleite para mim, receber diariamente por whatsapp, imagens de ambientes que tinham tudo a ver comigo. Mas confesso que fiquei ainda mais feliz, por constatar que esta minha filha, habitualmente uma jovem tão prática e pouco dada à estética, parece agora sofrer de uma clara influência da mãe, e com o seu olhar (também de um azul infinito), consegue captar elementos interessantes, que há uns tempos atrás jamais lhe chamariam a atenção.
E o que a fez ficar para trás a tirar fotografias, perdendo-se várias vezes das amigas?
Encantou-se com a decoração rústica dos cafés e tavernas ao ar livre, que recorre aos elementos naturais e simples, às cores, à descontração, à diversidade de itens e facínio da mistura, num aparente desalinho, remetendo-nos a um clima de férias:
(BOAS) IDEIAS NO MERCADO DA RIBEIRA
8.7.14
O Mercado da Ribeira, em Lisboa, foi revitalizado e é novamente um local cheio de vida. Continua com a atividade tradicional de mercado (fruta, peixe, carne, flores, hortaliça, etc..) mas estão lá agora 30 espaços gourmet, onde se pode comer de tudo um pouco, dispostos à volta de uma praça de restauração, com cerca de 500 lugares sentados no interior e mais 250 na esplanada.
Ou seja, o Mercado da Ribeira está em grande, bonito, na moda e merece ser visitado. A decoração, em que predomina o preto e branco e largas bancadas em pedra de lioz, uniformiza as diversas "tasquinhas", ficando a individualidade de cada espaço de alimentação por conta dos pormenores sui generis, dos quais aqui vos deixo alguns:
Numa clara homenagem ao mercado, saladeiras em forma de couve, provavelmente da fábrica Bordallo Pinheiro, reinventam-se em originais candeeiros.
Ou seja, o Mercado da Ribeira está em grande, bonito, na moda e merece ser visitado. A decoração, em que predomina o preto e branco e largas bancadas em pedra de lioz, uniformiza as diversas "tasquinhas", ficando a individualidade de cada espaço de alimentação por conta dos pormenores sui generis, dos quais aqui vos deixo alguns:
Numa clara homenagem ao mercado, saladeiras em forma de couve, provavelmente da fábrica Bordallo Pinheiro, reinventam-se em originais candeeiros.
FROM U.S.A. WITH LOVE #2
16.5.14
Como prometido, mais ideias que trouxe na bagagem e que adaptadas à nossa realidade, podem fazer grandes diferenças. Inspire-se!
Encanta-me a ação do tempo sobre os elementos pois a peça fica mais interessante e conta uma história. Esta é a porta de uma loja em Broome Street, em pleno Soho de Nova Iorque. Imperfeições e camadas de tinta assumidas, tornam-na única.
FROM U.S.A. WITH LOVE #1
9.5.14
Quem me acompanha por aqui, sabe que passei mais de duas semanas nos Estados Unidos. Visitei Nova Iorque, voei até à Califórnia e voltei para o Texas. Não é um roteiro turístico nem a descrição dos meus dias por lá que vos vou fazer, pois além de não vos querer maçar, o que não falta por aí são bons sites ou blogs de viagem que falem sobre Nova Iorque, San Diego ou Dallas, dando-nos dicas imperdíveis para cada cidade. E bem melhor do que eu o poderia fazer, uma vez que não planeio viagens. O meu conceito de turismo passa mais por andar e descobrir, e bem menos por enfrentar filas em locais da praxe.
O que gosto mesmo é de registar, durante os meus giros e voltas, aquilo que me faz arregalar os olhos. Algumas curiosidades, deixei-as ficar no Instagram, mas outras partilho-as aqui convosco em duas partes. Hoje ficamos por NYC e na semana que vem, mais NY, mas também Cáli e Texas. Ok? então vamos lá...
Na famosa loja de departamento Macy´s, encontrei esta mesa montada a preceito. Achei interessante o fato da toalha ter o mesmo desenho da loiça, e pensei, porque não? Uma boa ideia para as que são hábeis com o pincel, pensarem com carinho. O que atrai também a nossa vista é o contraste dos vários tons de azul com o amarelo vivo das cadeiras Thonet.
NADA SE PERDE E TUDO SE TRANSFORMA
11.4.14
Vamos passear por Lisboa, e ver o que há por aí de interessante e inusitado em espaços públicos, que prenda o nosso olhar e possa ser levado lá para casa?
A ideia não é nova, mas sempre agrada: no café do Teatro Rápido, ao Chiado, vive-se um ambiente retrô, e a mesa de centro são duas malas antigas sobrepostas. Atribui-se assim uma nova função a objetos que provavelmente estariam esquecidos num sótão qualquer.
A ideia não é nova, mas sempre agrada: no café do Teatro Rápido, ao Chiado, vive-se um ambiente retrô, e a mesa de centro são duas malas antigas sobrepostas. Atribui-se assim uma nova função a objetos que provavelmente estariam esquecidos num sótão qualquer.
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ANTHROPOLOGIE
21.3.14
A Anthropologie é daquelas lojas que se a pessoa for viajar vale a pena saber se há uma por perto. E uma vez que se conhece, o mais certo é ficar viciado. Não só pelas coleções e artigos de bom gosto (e de preços salgados) que vende, mas também (e essencialmente) pela decoração das montras e dos interiores que é um verdadeiro deslumbre de criatividade.
Em cada canto, há um móvel antigo remodelado, uma peça transformada ou um objeto inusitado a servir de display. É um conceito de mistura e de tendências incomuns,inserido num estilo boho-chic com uma certa inspiração vintage. Enfim, tudo o que gosto, e sinceramente, seria capaz de morar numa dessas lojas!
Abaixo alguns exemplos de como peças do dia a dia são recuperadas e dispostas em arranjos criativos, numa diversidade de sugestões: paletes são estantes, caixotes de feira transformam-se em prateleiras, portas usadas (note que ainda lá estão as ferragens) tornam-se biombos, gavetas ganham pés altos, e finalmente, uma composição de baú + moldura de quadro + cantoneiras + espelhos + pratos + o que a imaginação lhe ditar, enchem de vida uma parede. Estava na loja de Regent Street, Londres, mas bem que podia ir lá para casa.
Em cada canto, há um móvel antigo remodelado, uma peça transformada ou um objeto inusitado a servir de display. É um conceito de mistura e de tendências incomuns,inserido num estilo boho-chic com uma certa inspiração vintage. Enfim, tudo o que gosto, e sinceramente, seria capaz de morar numa dessas lojas!
Abaixo alguns exemplos de como peças do dia a dia são recuperadas e dispostas em arranjos criativos, numa diversidade de sugestões: paletes são estantes, caixotes de feira transformam-se em prateleiras, portas usadas (note que ainda lá estão as ferragens) tornam-se biombos, gavetas ganham pés altos, e finalmente, uma composição de baú + moldura de quadro + cantoneiras + espelhos + pratos + o que a imaginação lhe ditar, enchem de vida uma parede. Estava na loja de Regent Street, Londres, mas bem que podia ir lá para casa.
BOAS IDEIAS
31.1.14
Uma das coisas que mais gosto de fazer, é registar ideias curiosas e diferentes que vejo por aí. Quem sabe não sirvam de inspiração para darmos finalmente destino àquela peça que guardamos há tanto tempo, ou não surja na nossa cabeça uma luz repentina para um canto triste e desenxabido lá de casa.
Estarmos atentos às boas ideias dos outros, é uma forma de estimularmos a nossa própria criatividade.
No Pizza Del Teatro, em Roma, os bancos foram trazidos da quinta para reforçar ainda mais o ambiente rústico da pizzaria. Neste caso, coxins foram adaptados aos galões de leite. Mas se em vez de um assento, acrecentarmos uma madeira redonda, ficaremos com uma mesinha de apoio.
Na loja de roupa interior Oysho, em Lisboa, o balcão de atendimento contempla vários tipos de gavetas, em madeiras diversas, com porta etiquetas e puxadores em concha, remetendo a arquivadores. Certo? Não, errado. As gavetas apenas criam a ilusão de arquivadores juntos, mas na realidade, são portas comuns que escondem o equipamento informático da loja.
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