Há quem diga que as ilhas Gregas, repletas de casinhas brancas com telhados azuis, de cúpulas, de pequenas igrejas, de ruelas estreitas e labirínticas, e rodeadas por um azul infinito, são a definição de paraíso.
Eu não estive lá, mas a minha filha sim. E através do seu iphone, registou para a mãe, aquilo que não passou despercebido aos seus olhos.
Foi um deleite para mim, receber diariamente por whatsapp, imagens de ambientes que tinham tudo a ver comigo. Mas confesso que fiquei ainda mais feliz, por constatar que esta minha filha, habitualmente uma jovem tão prática e pouco dada à estética, parece agora sofrer de uma clara influência da mãe, e com o seu olhar (também de um azul infinito), consegue captar elementos interessantes, que há uns tempos atrás jamais lhe chamariam a atenção.
E o que a fez ficar para trás a tirar fotografias, perdendo-se várias vezes das amigas?
Encantou-se com a decoração rústica dos cafés e tavernas ao ar livre, que recorre aos elementos naturais e simples, às cores, à descontração, à diversidade de itens e facínio da mistura, num aparente desalinho, remetendo-nos a um clima de férias: