Apesar de eu não me considerar cozinheira nem nas horas vagas,a cozinha é um dos espaços em que me dá mais prazer intervir.
A que vos trago hoje tem uma configuração que não é nada comum:
E encontrava-se neste estado: piso abatido e coberto por linóleo,armários destruídos,algumas paredes com estrutura de madeira,típica de um prédio de 1910, como é o caso, irrecuperáveis por anos de ação da água.
Mas a essência estava lá: mais de 3 metros de pé direito ,chaminé em pedra,azulejos de inícios do séc.XX.
Foi só preciso manter tudo o que pudesse ser recuperado e adicionar alguns elementos -leia-se móveis- novos para que o espaço ganhasse vida novamente.
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| única parede em que se conseguiu manter os azulejos. Reparem que todas as tomadas estão no rodapé. À direita, painel de aquecimento: um mal necessário! |
As casas são recuperadas para vender ou alugar -neste caso está arrendada- e só muito raramente acontece de eu lá entrar com as pessoas a morar.O que é uma pena, pois um exercício interessante é descobrir como é que outros "ocupam" e personalizam um espaço pensado por nós.
Mas enfim as bases estão lançadas:elementos novos e neutros, para fazer sobressair o antigo.






































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