Chegou cá a casa pela mão da minha cunhada.
Imaginem um banco igual a tantos outros, baixinho, meio coxo e com pelo menos 3 camadas de tinta de esmalte, uma delas dada sobre papel autocolante.
Lixar à mão revelou-se missão impossível. Valeu-me a lixadora elétrica, mas que não chegava aos cantos. Quando a madeira apareceu, nova decepção: um pinho sem graça. Foram uns meses a olhar para ele e a pensar seriamente em desistir e devolvê-lo no estado. Até que me bateu uma ideia brilhante: se o banco é tão comum e há uma série de técnicas que quero experimentar, é claro que ele vai me servir de cobaia. Se o desfecho for desastroso, pelo menos não se perde grande coisa.
E foi acontecendo: uma espécie de pintura dip-dye (imergir e tingir) nas pernas, tecido colado nas travas (há que tempos que eu sonhava colar tecido em algum lugar e não tinha aonde!!), e um assento de patch aplicado no tampo.
O resultado foi uma coisa a puxar para o over, um tanto ou quanto folk e a lembrar o hippie. Mas será que posso dizer que o banquinho ficou com um estilo boho-chic? É que integrado nessa categoria, ele até ganha outra dimensão, percebem? Parece que cresce!




