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ALMOFADAS GÉMEAS

21.11.17
Há algumas semanas chegou-me a casa um pacote recheado de mimos e de carinho. Sei que quem enviou não esperava novidades na volta do correio mas eu não resisti a retribuir em forma de almofadas para os seus filhos gémeos, dois meninos de tenra idade. Usei um tema que gosto muito e que em Portugal chamamos carinhosamente de "carrinha pão de forma" mas é a.k.acamper van ou kombi. É um desenho que dá panos para mangas pois remete à praia, ao estilo de vida surfista e aos movimentos pacifistas hippies e flower power dos anos 60. E o desafio que me coloquei foi o seguinte: abusar de cor e flores de maneira a não cair no universo feminino. Acho que consegui. As almofadas são similares, mas não iguais, pois tal como irmãos gémeos, podem até ser parecidos, mas nunca, idênticos. Individualidade, sempre!
Deixo aqui o melhor template de uma camper van na internet. Palavra de quem acredita que um dia,  ainda vai sair por aí a bordo de uma pão de forma "overmente" decorada.

ALMOFADAS CACTUS

1.5.17
Deste post da Susi, roubei o título e a inspiração. Estava justamente na fase de reabilitar a parte externa de casa depois de um longo inverno, limpar o limo que se forma no piso, lixar o banco e impregna-lo com óleo de teca, tentar pelo 3º ano consecutivo que a buganvília se desenvolva e floresça, quando imaginei que umas almofadas cactus pudessem emprestar um ar lúdico e divertido ao terraço. Entre pensar e executar, foi um passo. Questão de comprar alguns tecidos, aproveitar material que já tivesse em casa, procurar moldes no pinterest, fazer outros de minha própria autoria. São desenhos de linhas muito simples, de fácil elaboração e aplicação. Outro elemento novo no terraço é a mesa de centro. Na verdade, um banco, que nas fotos parece branco mas é verde água, bem tosco e que me foi oferecido por uma colega do trabalho. Isto de ter fama de que se gosta de coisas velhas e se aproveita tudo, tem destas vantagens, vez por outra somos presenteadas com peças bem engraçadas! Vejo nele uma tal versatilidade que desconfio que este será dos tais que terá vida longa e muitas funções!

BANDANA MANIA

22.3.17
Que eu sou super fã dos lenços bandana, acho que já não é novidade para ninguém. Adoro a alegria das cores, os desenhos e a versatilidade de os misturar. Na verdade, e sendo bem sincera, tenho fascinação pelas linhas fluídas e sinuosas das cornucópias e é o doodle que me sai quando distraída, rabisco numa folha. Da toalha de mesa de bandanas, sobraram-me tantos lenços, que eu decidi colocar à prova a minha criatividade e usá-los de várias formas possíveis. Fiz almofadas, organizador de sapatos de festa, bolsas para transportar as havaianas e até um saco express, cujo tempo de confecção não leva mais de 5 minutos. Bom, 10, se a pessoa, como eu, resolver fazer as alças em vez de usar um bonito cordão comprado. Como os lenços já vêm com bainha feita, não há o que saber: juntar 2 lenços e abrir uma passagem para as alças. Agora é esperar que a primavera chegue na prática (e não só no calendário) e sair por aí ostentando a estampa que para mim, é a cara da boa disposição!

DESFAZER E TORNAR A FAZER #3

14.2.17
Como mulher precavida e organizada que era, minha mãe tinha seu traje para a virada do século, já confeccionado pela modista e cuidadosamente pendurado no closet. Mas o destino trocou-lhe os planos, e a pouco mais de 1 mês para a grande data, ela partiu. Era um conjunto de seda, branco, como manda a tradição, saia travada e camisa com mangas curtas e flores aplicadas, bem ao estilo da minha mãe, que gostava de tecidos finos, bordados e algum brilho. Na altura em que perdi minha mãe, acabei por guardar boa parte das roupas de festa dela. Não sei bem porquê. Nem sequer as iria usar: sou mais alta, mais forte, raramente uso vestidos ou saias e também nunca tive imaginação para transformar roupas. Hoje sei, que numa primeira fase, agarramo-nos ao que era da pessoa para tentarmos permanecer perto dela (ou ela perto de nós) e só mais tarde nos apercebemos que as memórias estão na nossa cabeça e não tanto nas "coisas". Seja como for, estes últimos dias, tive entre as mãos tecidos que não estou habituada a manusear, que escorregam, desfiam mal se toca neles e estão fragilizados pelos anos. Desmanchei a camisa da festa que ela não chegou a ir e uma saia que fazia parte de outro conjunto que minha mãe usou no dia em que eu casei. Sofri com os tecidos que teimavam em se desfazer e em fugir dos meus dedos e pela primeira vez na vida, forrei, alinhavei e chuleei, mas consegui fazer aquilo que tinha imaginado: duas pequenas almofadas delicadas e com um certo requinte. Elegantes. Exatamente como minha mãe.

ALMOFADAS PARA (BLOG)AMIGAS

9.8.16
Esta semana fiz almofadas para presentear duas blogamigas, que eu não conhecia pessoalmente mas que pelo que leio nos seus blogs, imaginei seriam pessoas diferentes em gostos e personalidade. Então saíram duas almofadas que se coordenam, mas enquanto uma é mais intensa, a outra prima pela sobriedade. Gosto deste exercício de adivinhar como são as pessoas apenas pelo que escrevem e expõem e tentar materializar a minha interpretação. Uma das almofadas foi entregue em mãos à Regina, num quente final de tarde em sua casa, em torno de uma mesa com uma alegre toalha de retalhos (que eu tinha que ter fotografado) e em que o lanche ajantarado foi quibe, húmus e para sobremesa, 3 sabores diferentes de gelado. Tudo primorosamente feito por ela! A outra almofada é uma promessa que fiz há cerca de 8 meses e vai seguir pelos correios para além mar. Irá para a Cissa, que adorou esta almofada mas que eu não consegui reproduzir porque foi feita com um charm pack (pequena coleção de tecidos coordenados cortados em quadrados de 5"x5") e a loja onde comprei não voltou a receber. Mas tenho a certeza que a Cissa não vai ficar desapontada, a LOVE foi feita a pensar no seu home office de parede encarnada! Gosto de oferecer, receber e fazer almofadas. Para quem recebe, há sempre uma cadeira vazia num cantinho desconsolado, lá em casa, onde a prenda se pode encaixar. E para quem faz, são trabalhos relativamente rápidos que permitem-nos treinar ou descobrir técnicas novas sem colocar tudo a perder em algo muito grande. Desta vez consegui testar a técnica de patchwork de pequenos quadrados inseridos num tecido liso; suei mas aventurei-me a coser pompons a toda a volta da almofada (e antes de desvirar juro que fiz uma prece a pedir que tivesse funcionado!); e finalmente descobri como fazer o verso da almofada com um fecho escondido. Passos triviais para algumas mas um salto gigante para mim! 

ALMOFADAS REDONDAS

20.5.16
Se há uma coisa da qual fujo em costura, é de tudo quanto é redondo. Fico ansiosa antes do tempo, as mãos suam, penso que por mais que eu tente não vai dar certo nunca, e acabo sempre por passar um projeto de linhas retas à frente, deixando a proposta com curvas eternamente adiada. Mas antes de ir para os EUA eu já tinha lançado a mim própria o repto, que assim que voltasse iria fazer umas almofadas redondas, super fofas, grandes, que lembrassem às da casa da avó. Tanto que nas várias visitas que fiz por lá às lojas de tecidos, trouxe fat quarters de tecidos floridos, coloridos e a preto e branco. Não tinha as medidas certas na cabeça, mas comprei em quantidade que pensei, daria para o pretendido. E deu. Deu e ainda sobrou. O modelo encontrei no Cluck Cluck Sew, é "beginner friendly" (adoro o termo) e creiam, está super bem explicado o passo a passo, com fotos que ilustram de forma clara todas as etapas. A única coisa que fiz diferente, foi o verso da almofada, que a Allison propõe que seja executado com um tecido inteiro mas eu optei por fazer também aos gomos. Na almofada a preto e branco, vão reparar que os padrões até são diferentes de um lado e do outro, o que faz com que eu tenha "duas" almofadas numa. Dá um pouco mais de trabalho mas acho que compensa. E superado o complexo, que venham curvas, contracurvas, arcos e espirais. Acho que já nada me assusta. (aaaacho!)

A COZINHA DOS VERHOVEN

8.1.16
Em meados de Novembro último, todos nós assistimos, atónitos, aos atentados de Paris e às consequentes medidas rigorosas de segurança tomadas por alguns países vizinhos. Nomeadamente a Bélgica, e mais especialmente sua capital, que durante quase uma semana, literalmente parou: o metro foi fechado, as aulas do infantil às faculdades, suspensas, o comércio encerrado, aglomerações proibidas. À população foi pedido que se mantivesse o mais possível em casa. Eu tenho uma filha em Bruxelas, estudante de medicina e que nesse mês de Novembro estava em estágio com um médico. Na Bélgica, é comum os médicos terem os consultórios instalados nas suas próprias casas e saírem para fazer visitas domiciliárias. Foi com um clínico com esta rotina, um senhor em final de carreira, que Laura fez o estágio. Todos os dias, ela dirigia-se a pé para a casa dos Verhoven, participava das consultas e saía de carro com o doutor para as visitas em casa dos pacientes. Isto aliviou as minhas preocupações de mãe, pois pelo menos sabia-a longe do metro, do Campus Universitário onde diariamente circulam milhares de estudantes e fora das aulas ministradas em anfiteatros com mais de cem alunos. Mas o que me acalmou mesmo, foi quando dei-me conta que as pausas da Laura eram feitas numa cozinha linda, desarrumada, vivida, com móveis que pareciam não combinar, flores frescas colocadas sobre a bancada, restos de comida na mesa, desenhos dos netos espalhados pelas paredes coloridas. Como se ali, ela pudesse estar protegida de tudo, abraçada pela cor e pelo aconchego da família. As pausas e refeições eram feitas neste ambiente, na companhia do casal, de 5 crianças impedidas de ir à escola e do cão. Os Verhoven, acolheram a minha filha num período que acabou por ser difícil para todos, e podem até imaginar que eu lhes esteja grata por isso, mas nunca saberão a real dimensão desse reconhecimento nem desconfiarão o quanto a barafunda da cozinha deles apaziguou-me o coração e me fez acreditar que a vida por lá corria serena.
De Lisboa, entre os mil afazeres das festas de Dezembro enviei-lhes uma almofada feita sem estudo prévio, apenas com o que tinha em casa e em que nem a camisa do marido escapou. Uma prenda modesta face ao que recebi.

USAR AS OURELAS DOS TECIDOS

9.7.15
Quem gosta de tecidos, provavelmente já sabe daquilo que vou falar: de aproveitar tudo até ao mais ínfimo retalho, de não desprezar nem as ourelas! A ourela é aquela borda mais grossa do tecido, que lhe serve de acabamento, é ali que vêm impressos a paleta de cores da estampa, composição do pano, denominação do fabricante, do eventual designer e até o "nome próprio" do tecido. Depois de cortadas, viram tiras com dizeres e círculos de cores, que uma vez unidas, podem transformar-se elas próprias num tecido exclusivo, pessoal e intransmissível. De há uns tempos a esta parte, tenho vindo a guardar as ourelas dos tecidos que uso e também a receber (de braços abertos) as bordas que as amigas descartam. De posse de uma boa quantidade, lancei-me, à guisa de primeira experiência, numa almofada com um bloco fácil, apenas para comprovar duas situações das quais já suspeitava:
1) Não é mito o potencial destas margens aparentemente desinteressantes.
2) Verificou-se o meu maior temor: que de agora em diante, também será fator determinante na escolha do tecido, a originalidade da borda.

A sério, internem-me. Prometo não oferecer resistência.






































ALMOFADAS SPIDER WEB

12.2.15
Spider Web é o nome oficial dos blocos usados nestas almofadas. Mas eu prefiro chamá-las de almofadas caleidoscópio. Afinal, a cada momento que as trocamos de posição, surgem aos nossos olhos combinações novas e inesperadas. Tal e qual o brinquedo que tinha em criança e que me facinava.
Fi-las numa tentativa desesperada de acabar com as centenas de retalhos que tenho. Mas parece que tudo o que consegui foi obter sub retalhos dos retalhos, fragmentos mínimos que parecem não servir para nada mas que faz pena deitar fora. A sensação que tenho é que literalmente, os bocados de pano reproduzem-se dentro das caixas. Quanto mais corto, acerto, harmonizo e utilizo, mais o monte aumenta. A vantagem de ter descoberto este bloco, é que fui obrigada a organizar os retalhos por cores. Digamos que continuo com uma porção de azuis, um punhado de encarnados, uma quantidade de neutros, uma mão cheia de verdes. Além do rosa e do amarelo. Mas pelo menos tenho a casa arrumada e a cabeça pronta para outros projetos.

























OVERDOSE DE ALMOFADAS

6.7.13
Depois da minha primeira almofada,continuei a inspirar-me,pois a minha intenção era fazer umas quantas para encher o banco do terraço,que está tão velhote,com a madeira tão ressequida,precisando urgentemente de alguma coisa que disfarçasse as mazelas e lhe desse mais um tempo de vida.
O meu entusiasmo resultou numa overdose de almofadas.
Foram serões bem agradáveis,passados a crochetar,conjugar cores,desencantar tecidos guardados,a errar muito,cortar demasiado,descoser,refazer.Enfim,dificuldades comuns numa principiante (quero eu acreditar).
Mas acho que consegui vestir o meu velho assento!Pelo menos assim parece,se tivermos em conta que,entre tirar as fotos e escrever o post,uma sobrinha passou aqui por casa e já levou a que mais gostava!Uma boa desculpa para eu me atirar a mais uma!
Agora é aproveitar o banco nestas noites verdadeiramente tropicais que se têm feito sentir.






Ter um blog,tem as suas vantagens.Uma delas,é que a família vez por outra acessa,e acaba por comprovar aquilo que já suspeitava, mas não tinha absoluta certeza:que a Val gosta de tudo que tenha história,e isto é o ideal para uma tia,que já não sabe mais o que fazer com tantas recordações guardadas!
E a dita tia desembarcou em Lisboa com uma caixa cheia de retalhos bordados,alguns inacabados,trabalhos da minha avó.

Só houve coragem de usar dois deles,numa aplicação simples,tal o receio de estragar fragmentos de vida tão interessantes.A vontade agora é aplicar-me e aprender mais,para arriscar em diferentes modelos de almofadas (e não só) e acrescentar fitas,botões,rendas e sei lá mais o quê!
Outro privilégio de um blog,é a partilha desinteressada de ideias.Foi assim que a Rebeca deu-me a dica da almofada envelope,que eu desconhecia.Para quem não prega fechos nem sabe casear (casear vou aprender,coser fechos já não prometo) e tinha feito a sua 1ª almofada com a abertura em velcro,foi como descobrir o Eldorado!Não é de difícil execução  e as costas ficam com um acabamento bem mais perfeito.
Também não abandonei os Granny Squares,e evoluí para esse modelo da direita um pouco mais complicado,uma vez que o centro de cada quadrado é redondo,e só a partir da 4ª fila é que começa a se formar o quadrado.É mais trabalhoso que o Granny tradicional,mas compensa com um desenho mais chamativo.


E por fim,uma brincadeira de 10 seg,invenção do meu filho,sem pretensões e já com a tarde a cair!!

MINHA PRIMEIRA ALMOFADA

19.6.13
Nunca tinha ouvido falar em granny squares,afinal só o termo correto para aqueles quadradinhos em crochet que eu tanto gosto,e que depois de unidos se transformam em mantas e colchas tão coloridas.
Ao pesquisar os blogs dedicados a esta manualidade descobri que os grannys voltaram com tudo (ou se calhar nunca saíram de moda,eu que não estava atenta) num sem número de desenhos diferentes e originais.
E descobri também mais uma coisa sobre mim própria:que a paciência que tenho para ler gráficos de crochet é a mesma que dedico às receitas de culinária,ou seja,nenhuma.
Mesmo assim quis aventurar-me,e o jeito foi lançar mão dos vídeos do Youtube.Ipad nos joelhos,põe para a frente,volta para trás,faz pause.Isto N vezes.E em espanhol.
Objetivo:a primeira de algumas almofadas que quero fazer para o banco do terraço.

Aqui está o meu work in progress.Eu achava que se conseguia unir os grannys todos de uma só vez,ou seja sem nunca ter de cortar a linha e começar outro bloco.Mas cheguei à conclusão que isto não é possível.Estou certa?alguém sabe me responder?

Ter escolhido uma linha matizada também não foi a melhor opção.Penso que a confusão de cores,escondeu e desvalorizou o desenho do granny.Afinal a graça deste tipo de trabalho está na combinação e contraste das cores e não num degradê.
Na hora de cortar a almofada propriamente dita,mais indecisões: como fazer a abertura? Nunca cosi um  fecho éclair,e sou fanática por botões mas não sei casear. Lembrei-me que tinha em casa uma almofada que fechava com velcro,e apesar de não fazer umas costas bonitas,o melhor era uma principiante não arriscar muito mais. 
E aqui está ela,apresentada numa manobra de marketing:no Jardim da Estrela,para desviar a vossa atenção para o cenário,e focarem-se menos no objeto (obrigada pato por estares no local certo à hora certa).Afinal há desse lado crocheteiras de mão cheia,que eu sei...e para mim esta é só uma primeira experiência.
Não fiquei completamente satisfeita com o resultado.Queria ter conseguido um acabamento mais perfeito,mas vou continuar e tentar outros pontos e técnicas.
Blogs da especialidade,ME AGUARDEM !!
Os pontinhos escuros que aparecem no tecido verde,foi do contato com o banco. 8 horas da manhã,as regas a trabalhar,uma muito ligeira chuvinha  caía também.

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