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FESTA DE 18 ANOS EM CLIMA DE OUTONO

28.10.18
Por estes dias, a criança da casa completou 18 anos. Ele é um miúdo que apesar de gostar de conversar e conviver, não é muito dado a festas, principalmente se as luzes estiverem viradas na sua direção. Mas, maioridade é um marco na vida de qualquer pessoa e achei que a ocasião não poderia passar em branco. Pedi-lhe então que convidasse alguns amigos, chamei a família e esvaziei a sala de casa para conseguir lá fazer caber mesas que permitissem que todos jantassem sentados e em conforto. Rapidamente também cheguei à conclusão que uma decoração inspirada no Outono seria fácil de montar e teria o cariz masculino que pretendia. Nem todos os itens são meus: aluguei as mesas rústicas e as cadeiras, os copos e os guardanapos. Usei o serviço de pratos que foi prenda de casamento há quase 30 anos e dividi os vários modelos de talheres que tenho pelas 3 mesas. E o resto é, como se costuma dizer, fruta (e flores) da época, que nisso o Outono é pródigo e generoso: abóboras, dióspiros, romãs, castanhas e nozes, margaridas, girassóis, eucaliptos e folhas caídas. Até o menu teve sabores outonais e o creme de abóbora quentinho foi servido...na própria abóbora, como que para contrariar as temperaturas baixas que se fizeram sentir nessa noite.

FELIZ HALLOWEEN

31.10.17
Uma cirurgia da minha filha, há muito planeada, mas marcada quase de uma hora para a outra, fez com que eu, de repente, me visse sentada num voo em direção aos Estados Unidos. Não esperava lá voltar tão cedo, e o espírito da viagem foi bem diferente do que quando vamos de férias. Os dias tornam-se poucos e intensos, a máquina fotográfica não vai na mala, as prioridades alteram-se. Só que era Halloween, um evento entusiasticamente vivido pelos Americanos, e o tema estava por toda a parte: nos supermercados, nas montras das lojas, nas ruas da cidade, nos restaurantes e bares, nas fachadas das casas. E há os amigos, que num primeiro momento nos amparam, porque estamos fora de casa e em situação frágil, mas que quando passa a fase mais delicada e as coisas correm bem, regozijam-se connosco e nos convidam para a festa. E foi assim que de súbito me vi rodeada de abóboras e de coisas assustadoras, de alegria e de muita amizade.

FESTA NO TERRAÇO

13.6.16
Sempre que há festa lá em casa, rezo a todos os santinhos no geral e a São Pedro em particular, para o tempo estar bom e eu conseguir acomodar a maior parte dos convidados (ou todos) no terraço. Na semana passada, minhas preces foram ouvidas! a filha do meio fez aniversário, convidou 12 amigos para jantar e a noite estava esplêndida! Foi simples, como ela gosta, mas divertido como merece a idade: levei tudo o que estava dentro de casa, lá para fora, e inspirei-me no mês dos Santos Populares para encher o terraço de luz e cor. Nada combina, mas tudo se coordena. A "pequena" fez 21 anos, e com muita pena minha, não consegui acabar a tempo, a prenda que lhe estou a fazer. Não será totalmente surpresa para ela, pois precisei da sua ajuda para fornecer-me a matéria prima. É algo que não tem qualquer valor material, mas grande significado emocional. Como para mim, no blog, o tempo é contabilizado por posts, espero, dentro de duas ou três postagens, poder mostrar-vos um memory quilt muito especial.

JUNTAR MESAS DIVERSAS

1.7.15
Quem me lê há algum tempo, sabe o quanto eu gosto de misturas. Mesclar estilos, cores e padrões, desde que haja um equilíbrio visual, constitui para mim um autêntico desafio e um deleite para os olhos. A minha amiga Sylvia, surpreendeu os convidados na sua festa de aniversário, quando inovou ao montar composições diferentes no grande jardim de sua casa. Juntou longas mesas comunitárias com quadradas, usou pratos clássicos combinando-os com copos arrojados, atreveu-se na oposição das cores. As mesas forradas de branco e pés simples, deixaram que as loiças de família e os copos laranjas fossem os protagonistas, enquanto que outras com tampo em vidro, película a imitar painel de azulejos e base capitonné, recebiam pratos prateados e copos na mesma cor ou num amarelo ovo contrastante. Lanternas com velas no centro das mesas e cadeiras ghost  foram os elementos comuns que unificaram o todo, confirmando que, se hoje em dia não existem regras, o importante é saber harmonizar!


MESA DE PÁSCOA

5.4.15
A mesa está pronta para receber e reunir a família neste dia de Páscoa. Algo incompleta, com marido e uma das filhas num outro continente. Mas a vida é assim, às vezes estamos juntos, outras vezes, nem por isso. Importante é agradecermos e seguirmos com os nossos sonhos.
Páscoa é ressurreição e vida. Neste domingo, o que desejo aos que por aqui passam, é que reflitam e celebrem. Celebrem muito, a renovação e a alegria. Feliz Páscoa!


CENTROS DE MESA

30.3.15
Para os 18 anos do filho, a minha irmã decide montar uma tenda no jardim e alugar 4 grandes mesas redondas com pratos, copos, guardanapos, toalhas, tudo branco e básico. Os amigos levaram a música e as strobe lights, a comida foi confecionada em casa. É típico desta minha irmã, não sair da sua zona de conforto, mas desta vez, exagerou, encomendando tudo o mais trivial possível, com a desculpa de que "para rapaz, é difícil escolher outra coisa".  Depois lança-me o repto, e de um dia para o outro, pede-me que arranje alguma ideia para os centros de mesa. O "alguma ideia" dela, significava um arranjo simples, bonito e de preferência, sem gastar muito. Exigência: usar a quantidade de velas brancas que lhe tinha sobrado dos cinquenta anos do marido. Sem tempo para divagações, e com budget limitado, passei na florista e trouxe uns quantos ramos de flores campestres. Recolhi pela casa, todos os bules, leiteiras, cafeteiras, açucareiros e xícaras órfãos de pai, mãe e restante família. E recorri ao Ikea (Where else?) para comprar lanternas, porta velas e castiçais. Ao chegar ao local do aniversário, reparei que no jardim havia à descrição rodelas de troncos de árvores. O resultado foi o que vem a seguir, fotografado ao fim da tarde enquanto ajudava na montagem, e à noite, já com as velas acesas. A festa esteve animada, com aniversariante e amigos participativos e felizes, e só terminou já altas horas, quando a polícia bateu à porta. Quem mandou não convidar os vizinhos?

A minha bancada de trabalho:
                                                             

FELIZ ANO !!

2.1.14
Há já uns bons anos que a passagem de ano dos sem-festa acaba por ser lá em casa. Inevitavelmente, a minha irmã telefona dois ou três dias antes e pergunta: "então? pode ser aí?", já sabendo de antemão a resposta. E então começa a correria: o marido e o cunhado compõem o menu e compram os ingredientes, já que são eles que vão para a cozinha; a irmã dá palpites e apoio moral; e eu fico com a déco. Uma sociedade que até tem funcionado!
Este ano, entre membros da família sem programa, filhos jovens que ainda não têm alvará de soltura e amigos caídos de pára-quedas, contámos doze.
E os doces da árvore espalharam-se pelas mesas.
Os candy cane que a filha trouxe dos EUA, transformei-os em corações, e é de coração que vos desejo um Ano feliz, com saúde, harmonia, e tudo o mais que almejarem.
Ao contrário da maioria, eu não sou pessoa de fazer balanço do que passou, e também não gosto de planear. Tudo na minha vida, sempre aconteceu sem preparações antecipadas. Mas há uma coisa que eu quero muito para 2014, e vou fazer o possível e o impossível para que se concretize: uns meses sabáticos.
Este ano, eu quero e preciso de um tempo para mim, afastada do trabalho, dos horários e das obrigações. Um período dedicado a coisas que gosto e nunca pude "perder" tempo com elas: fotografia, costura, crochet, restauro... Não sei quando será exatamente, nem como será, mas vou fazê-lo.

E é com esta certeza que vos desejo um doce e colorido Ano Novo!!


UM NATAL DIFERENTE...

26.12.13
...foi aquele que passámos este ano.
A filha mais velha mora na Bélgica e não lhe convinha vir a casa. E quando Maomé não vai à montanha, a montanha desloca-se. E lá rumámos nós em direção a Bruxelas.
De antemão, sabia que um jantar de Natal, só para nós 5 e numa casa de estudantes, carecia de alguma organização antecipada ou seria recheado de improvisos.
Assim sendo, ainda em Lisboa, preparámos o cardápio. Por unanimidade, o bacalhau ficou de fora (o apartamento é pequeno e a ventilação duvidosa). O peru acompanhado de castanhas Portuguesas iria já assado na mala do marido, e aterrou em Bruxelas na própria véspera de Natal, em meio a uma enorme tempestade, que nos fez temer o pior (marido e peru ilhados num qualquer aeroporto Europeu). Para um gostinho de Brasil, também seguiria farinha de mandioca para ser transformada numa bela farofa. E como em Roma sê Romano, os doces seriam os tradicionais do Natal Belga: mini troncos de Natal, petit Jesus em pasta de açúcar, cougnous (um pãozinho em brioche) tarte de cerejas.
Ficou por minha conta, a tarefa de pensar numa mesa bonita. Lembrei-me de comprar um tecido alusivo e cortar uma toalha simples para a ceia. Separei para levar, guardanapos (desta vez de pano), alguns enfeites rústicos que tenho, por ser este o ambiente da casa, e preparei um kit com algum material, banal quando estamos na nossa terra, mas sempre complicado de encontrar no estrangeiro, tais como pioneses, vários tipos de cordel, velas de réchaud, e outras insignificâncias mais, fundamentais na hora de se montar uma mesa.
Pratos e copos, escolhi-os sem muito tempo para pensar, na Maisons du Monde, loja com mil ideias para a casa, em variados estilos, no centro de Bruxelas e a preços aceitáveis. Sempre naquela minha mania de misturar os serviços, e em meio a um mar de gente que fazia as últimas compras de Natal.
Foi uma Consoada diferente, feliz e tranquila, os cinco reunidos novamente, como não estávamos há cerca de meio ano.



AS FESTAS DE ANTIGAMENTE

22.10.13
Das dezenas de fotos antigas que tenho da minha família, infelizmente guardadas numa caixa sem que nunca ninguém, nem eu própria, tenha se preocupado em dar-lhes destino melhor, as que mais se destacam aos meus olhos, aquelas que comtemplo vezes sem conta, absorvendo cada detalhe das imagens, são as que numa sequência, contam os primeiros aniversários da minha mãe. 

Tudo naquelas fotografias, fascina-me.
Através delas, ano após ano, vejo a minha mãe passar de bébé a criança, perder os dentes, ganhar uma irmã.

Chama-me a atenção o cenário, sempre o mesmo, onde apenas um ou outro detalhe muda. As cortinas de crochet que a certa altura são substituídas por outras em renda, o relógio, a cristaleira, as flores nos dias de festa e o pormenor do frigorífico na sala, um luxo há 75 anos.

Não fico indiferente à elegância dos meus avós, em pose austera com as filhas junto à mesa, antes de começar a festa, eternizando o momento. Às roupas impecáveis, aos penteados cuidados, ao capricho extremo.

2º aniversário, Chapéuzinho vermelho, outubro 1938
E tento imaginar a deliciosa movimentação que não seria naquela casa nos dias (ou semanas) que antecediam a festa. O carinho da minha avó, que com o envolvimento de todos, até das vizinhas, decidia o tema, idealizava as lembranças, imaginava e montava as mesas, confecionava os bolos, enrolava os doces.

Festa da primavera, 3º aniversário, 1939

18 ANOS DA BEA

11.6.13
Foi difícil convencê-la a comemorar.
Ela tinha os seus argumentos:final de ano letivo,exames nacionais à porta,mente focada no seu objetivo de partir em Agosto para o Texas,onde a espera uma full scholarship de atleta.

Acontece que mãe não desiste facilmente.Afinal é a maioridade e se tudo correr como planeia,é também o início de uma nova e tão sonhada etapa em sua vida.Além do mais a data caía num sábado,excelente dia para se organizar um almoço e chamar a família.

Hesitante,ela finalmente concordou e a minha cabeça começou a fervilhar.
Eu só tinha 2 premissas:iria usar tudo o que tivesse em casa e a comida viria de fora,afinal vocês conhecem os meus fracos dotes para a cozinha...
Resolvido atempadamente o assunto "catering",que para muitos é simples,mas para mim,revela-se um bicho papão,tudo o resto foi se desenhando virtualmente na minha cabeça uns dias antes,mas concretizado mesmo,na prática,na véspera e manhã do próprio dia.
É claro que há certas coisas com as quais conto e sei que funcionam numa comemoração lá em casa:esvazio a sala e entram em cena mesas e cadeiras desdobráveis que mantenho na arrecadação,e rezo para a meteorologia ajudar e eu poder estender a festa para o terraço:



O terraço que é a salvação....
Eu tenho esta característica de nunca ter as coisas absolutamente decididas e arrumadas com antecedência.Pois parece que se ponho mãos à obra muito tempo antes,tudo se arrasta e se torna cansativo.É esquisito mas eu sou assim.Gosto do imprevisto e do improviso e geralmente resulta.Gosto de tirar tudo dos armários e decidir na hora.E ninguém pode ajudar,senão confunde.
Portanto confirmadas as 24 pessoas, arranjei lugares sentados para todos,e para montar as 3 mesas usei toalhas, serviços, talheres, copos e guardanapos diferentes.Quando não se tem tudo igualzinho,o melhor é assumir o estilo tudo junto e misturado:



Zona de chill out no terraço.Notem que chuviscou e as nuvens estão negras,mas apesar do tempo não ter aberto,a temperatura esteve amena e deu para conviver ao ar livre.No próximo verão,espero ter a parede do fundo coberta por hera e bunganvilia.
O banco está bastante feio,afinal são 17 anos a apanhar chuva e sol.Costumo tapá-lo com cobertas e almofadas,para disfarçar a madeira seca.A vantagem é que vai mudando de visual.

Deixei umas mantinhas espalhadas,caso o tempo não colaborasse....
Com a ajuda do Corel Draw e do Picmonkey,fiz uns menus simples.
Só mesmo para dar uma graça e um ar mais elaborado ao almoço.
E como todos estavam à espera,tinha que haver numa festa da Bea, algum pormenor alusivo ao tênis, que é o desporto que ela vive e respira desde os 6 anos....Encontrei na loja de doces estas mini bolas que são chicletes.
A aniversariante.Feliz.Em foto do seu instagram  #sweeteighteen

TUDO BONITO COM IDEIAS SIMPLES

28.1.13
Foi com um almoço que reuniu a sua (grande) família e os (muitos) amigos na quinta dos pais em Teixoso,concelho da Covilhã,280 km de Lisboa,que a Cristina comemorou o seu aniversário e provou que não é preciso uma mega produção para se receber bem e com gosto.

As mesas decoradas com simplicidade e colocadas ao ar livre (nada como conviver junto à natureza),contribuiu para um clima de descontração e o almoço seguiu até à noite.É certo que a prenda extra que a aniversariante recebeu nesse dia,foi uma bonita tarde de outono.Obrigada São Pedro!

Reparem abaixo, que todos os elementos que compõem as mesas são acessíveis, portanto são ideias que se pode tranquilamente repetir e sem gastar $$$ demasiado:caminhos de mesa de cores e padrões diferentes sobre toalhas brancas,copos e loiças neutros,talheres de vários faqueiros e pequenas velas em castiçais diversos. Detalhes que tornaram a festa agradável.Tudo "prata da casa" como espontaneamente me explicou a Cristina. 



Centro de mesa do buffet com frutas,legumes e terrina em forma de cabeça de javali da Fábrica Bordallo Pinheiro.Lanternas com velas.
Como pano de fundo,a incrível casa da família,construída em pedra da região,cujos interiores são repletos de detalhes e lembranças de outras épocas e gerações.
Aqui a escada principal,de um vermelho vibrante,lembrando que "meu coração é vermelho, de vermelho vive o meu coração".A impressão que se tem, quando se acede à escada, é a de que se está a entrar num imenso coração que pulsa, gerando vida.
Uma casa com vida,literalmente.
As fotografias não conseguem transmitir a luz do ambiente, com o impacto do vermelho e dos vidros coloridos ao fundo, que nos dá ainda mais a sensação de entrarmos num órgão vivo.(mea culpa)


Fim de festa, já noite dentro.Velas acesas num cenário nostálgico, e mais vermelho paixão.


LA VIE EN ROSE

1.1.13
Foi assim a passagem de ano em casa.Rosa e azul, família, amigos, comida(que esqueci de clicar),bebida,fogos e boa disposição.
Que tudo seja cor de rosa neste ano que hoje se inicia.

Loiça Pip Studio,talheres dourados Zara Home,copos azuis Depósito da Marinha Grande.Toalha de linho da minha mãe.


A cadeira salmão também foi encontrada aqui e levou uma dose de tinta




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