9 ANOS

1.12.21

 

E cada ano que passa, eu penso comigo mesma que os blogues vão recuperar e voltar ao que eram, cheios de atividade e interação. Doce ilusão! Perderam para as redes sociais onde tudo é mais rápido e imediato: postagens e reações. Mas eu por cá ando e a somar. Mais um ano, e já são 9! Continuo a gostar de mostrar o que faço, continuo a gostar de inspirar quem por aqui passa e de me inspirar com os trabalhos que vejo por aí. Adoro o mundo dos blogues e a sua riqueza infinita. Dá-me prazer escrever e fotografar. Sinto-me bem a "perder" tempo aqui, nesta que considero ser a minha casa virtual, onde quem entra, geralmente tem muitas afinidades comigo. E para celebrar mais um ano, vou sortear uma beach bag, que ainda não tive tempo de terminar e por essa razão só vêem abaixo a foto com os elementos que a compõem. Tudo nela é colorido, mistura de padrões e alegria, uma peça cheia de boa onda para ser usada no tempo quente (ou não!). Quem quiser se habilitar, é só cumprir 2 regras muito simples: ser seguidor/a do blogue e deixar um comentário até dia 7 de dezembro próximo. Dia 8 publicarei o resultado (e mostrarei a mala pronta!).
Beijos e....boa sorte!!


MESINHA DE CABECEIRA PINK

22.11.21

Nunca pesquisei a fundo sobre o assunto, mas do que tenho observado, ouso dizer que Queen Anne foi o estilo mais popular nas casas Portuguesas lá pelos idos anos 50 do século passado. Sem muito ornamento, os móveis caracterizavam-se essencialmente pelas formas curvas nos pés e pernas, o que lhes conferia uma certa elegância. Na casa da minha sogra, toda a mobília da sala de jantar era neste estilo e incluía além de uma mesa extensível, 12 cadeiras e 2 grandes aparadores. As peças, quando isoladas, tinham o seu encanto, mas todas juntas tornavam o espaço, na minha opinião, bastante enfadonho, e quando foi preciso esvaziar a casa, só aceitei ficar com a mesa, que torna-se enorme quando aberta e que um dia espero repaginar. Mas como dizia, isoladas, as peças destacam-se pela sua airosidade, e as mesinhas de cabeceira, tão típicas, com uma gaveta e uma portinha, são pequenas, leves e graciosas. Adquiri um par delas a uma blog amiga que muito estimo e que, por força das circunstâncias se viu a braços com a árdua tarefa de desfazer a casa da mãe. Penso que fui feliz ao ousar dar a uma das mesinhas uma cor forte, que transmitisse energia e boas vibes. Usei mais uma vez, chalk paint e os Decor Transfers da Redesign with prima que já tinha utilizado aqui e aqui, são versáteis e as peças passam de corriqueiras a únicas. Ainda tenho a gémea desta para reformular e espero conseguir fazer algo que se harmonize com esta irmã mas que as duas não façam exatamente um conjunto. Digamos que continuem gémeas, mas não verdadeiras, que ambas ganhem em personalidade e também em individualidade, possam ser usadas juntas ou brilhem cada uma no seu ambiente.

CASINHA EM BALSA VIRA MANSÃO MAL ASSOMBRADA

30.10.21

Halloween não é uma festa tradicional portuguesa mas, apesar da "moda" só ter chegado ao nosso país há relativamente pouco tempo, o fato é que de ano para ano vemos nas lojas mais e mais adereços à venda, alguns bem engraçados, outros bastante grotescos, e nas ruas é crescente a quantidade de jovens que resolvem comemorar o dia das bruxas vestidos a rigor. Eu, sem ser nem deixar de ser uma grande fã do fenómeno, a verdade é que deixo-me contagiar pelo ambiente e pela brincadeira: já me aconteceu de montar mesa temática só para entrar no clima; no ano passado decorei a porta de entrada de casa, o que fez as delícias da criançada do prédio e este ano desafiei-me a transformar uma casinha sensaborona de loja Chinesa, em mansão mal assombrada. Era uma ideia que queria já ter posto em prática há tempos: pegar numa casa miniatura, dessas sem graça feitas em balsa e dar largas à imaginação tornando-a irreconhecível. Confesso que levei mais tempo do que seria necessário à volta dela, mas que me diverti horrores, e que o mais difícil mesmo foi arranjar elementos minimamente à escala da casa, já que esta é relativamente pequena, não medindo mais do que um palmo de altura. De resto foi só soltar a criatividade: usei cartão para telhar a mansão, papel celofane verde nas janelas, desmembrei esqueletos para torná-la assustadora, coloquei formigas de plástico em vez de aranhas nas teias e catei na rua galhos, cascas de pinheiro e terra. E para quem por aqui passar, desejo um Halloween divertido e aterrorizante! BOO!!

TÉCNICAS VARIADAS APLICADAS A UM MESMO OBJETO

8.9.21

A peça não é nada de especial, mais um banquinho rústico e de beleza duvidosa que encontrei por aí. Mas sendo pequena e de pouco valor serviu-me para continuar a testar o comportamento das Chalk Paints e também a combinação destas com stencils e transfers, coroando o todo com uma técnica que não é das minhas preferidas e portanto nunca tinha usado e que é o velho e conhecido décapé. Este termo vem do francês e significa decapar, ou seja, arrancar camadas de um dado material atribuindo ao objeto um aspeto envelhecido. E do meu ainda pouco convívio com as chalk paints, parece-me que estas «pedem» esse look desgastado, pois são tintas encorpadas, que quando aplicadas conferem às superfícies uma certa rugosidade e textura. O meu objetivo é usar estas 3 técnicas num móvel a sério e portanto este banquinho serviu para mim como tubo de ensaio para ganhar confiança e me lançar nessa tal peça maior e de mais responsabilidade. Mas enquanto isso não acontece, fica aqui o depois e o antes do pequeno banco.

BEACH BAG

18.8.21

Estava eu sem ideias para as aulas de patchwork que frequento uma vez por mês, quando a prof popôs que eu fizesse uma mala de praia, sugestão que aceitei na hora, pois já tinha visto as minhas colegas fazerem várias, mas nunca me tinha aventurado numa, achando que talvez fosse coisa de um nível bastante acima das minhas capacidades. Não sei onde a prof foi buscar o tutorial, mas achei a execução tão simples que resolvi compilar abaixo para mais tarde recordar. E além de fácil, pareceu-me também um modelo que dá "para inventar", ou seja, que é super adaptável ao estilo e às cores favoritas de cada um, é passível de se colocar fecho ou um botão extravagante, por exemplo, enfim, é suficientemente flexível para ser levado sempre a um nível acima. Com o entusiasmo, não me fiquei somente pela beach bag e com as sobras do tecido jeans e do enchimento, ainda fiz uma pequena mala, com as cores que mais trajo atualmente e do tamanho certo que uso para trabalhar. Já estreei ambas e fizeram sucesso. Como bónus, e porque adoro a graça de surpreender, coloquei pequenas frases inspiracionais no interior. Gosto da ideia de partir de um trabalho simples e dar-lhe um twist por forma a que a peça diga bastante sobre nós. Aliás, é mesmo isso o que mais me atrai no DIY: a oportunidade de imprimir a minha personalidade naquilo que faço e uso.

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