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MEMORY QUILT

1.7.16
Queria oferecer à minha filha um presente que marcasse os seus 21 anos, e lembrei-me das dezenas e dezenas de t-shirts que lotavam o seu roupeiro. Tshirts que foram muito usadas, lavadas N vezes, quase todas com a malha já deformada e algumas até manchadas. Quando lhe falava em desfazer-se delas, respondia-me que nem pensar porque o valor afetivo era imenso. Afinal, quem conhece a Bea, sabe que dos seus 21 anos de vida, não quero enganar ninguém, mas talvez uns 15 venham sendo dedicados ao ténis. Começou pequena, por graça, e evoluiu. Passou por diversas escolas da modalidade, viajou sempre muito para participar em torneios, as amizades são quase todas do meio e os ensinamentos da vida, aprendeu-os a duras penas nos courts. A competir, descobriu que é preciso humildade porque quem ganha nem sempre é o melhor, mas que aquele que trabalha, tem foco e disciplina, mais tarde ou mais cedo é recompensado. Comemorou e saiu em braços após muitas vitórias, mas também chorou ao telefone, longe de casa, em várias desclassificações. Encontrou treinadores e adversárias de peso, ficou amiga de parte deles, outros apenas cruzaram o seu caminho e não deixaram saudades. São estas e outras história que, agora, conta cada quadrado desta manta. Uma manta de recordações, que mostra o seu percurso e a sua paixão. Que se um dia ela estiver para baixo ou com dúvidas, a envolva suavemente, transmitindo-lhe calor e aconchego, quase como se fosse o abraço dos pais. Que a faça sentir-se orgulhosa do caminho que escolheu e lembre-lhe sempre que os sonhos tornam-se realidade.


CAPAS PARA TIGELAS

22.6.16
Foi a Susi que partilhou a dica e eu fiquei com uma vontade imensa de fazer algumas lá para casa, mal chegasse o sol, o calor, as frutas sumarentas e as saladas saudáveis. Afinal, está aberta a época oficial das refeições na varanda, dos piqueniques no parque e dos convívios nas casas dos amigos, e as capas enfeitam e colorem a mesa, afastam os petiscos dos insetos intrometidos e ainda nos permitem chegar à festa da amiga, com a sobremesa lindamente protegida. Quase todos os "passo a passo" que vi no pinterest, eram muito simples e sugeriam que as capas fossem feitas em tecido resinado, para melhor limpeza, e com uma fita de viés à volta, por onde passaria o elástico. Eu, quis complicar: usei tecidos de algodão, forrei com um pano comum branco, improvisei um "prendedor de colher" e para dar uma graça extra, ainda arrematei com crochet, renda ou fita. Tudo para que os meus mais novos adereços de verão encantem os olhos!

MY BANDANA TABLECLOTH

30.5.16
Uma toalha de mesa feita de bandanas era algo que eu já desejava há algum tempo. Tanto, que há cerca de 1 ano e à laia de treino, ensaiei uma manta de piquenique com os poucos lenços que tinha em casa. Nesta minha recente ida aos Estados Unidos, uma das coisas que tinha em mente era comprar bandanas em quantidade que me permitisse cortá-las e uni-las numa grande e colorida toalha para o terraço de casa. De fato, acho que exagerei e trouxe um autêntico contrabando destes lenços icónicos na mala! Deu para a toalha, para guardanapos e ainda sobrou-me uma mão cheia deles! Todavia ao lavá-los e cortá-los, deparei-me com alguns problemas que vale ressaltar: algumas cores mais escuras deitam tinta e com muita pena minha, fui forçada a descartá-las do projeto. E como todo (ou quase todo) produto barato, o algodão é fino e pode deformar depois da lavagem. Além disso, os lenços não têm todos a mesma dimensão e muitas vezes as estampas estão tortas. Mas tirando isso, os lenços são lindos, as estampas maravilhosas, e das cores, nem se fala! Os defeitos, com um jeitinho aqui e um disfarce acolá, empurramo-los para debaixo do tapete!

ALMOFADAS REDONDAS

20.5.16
Se há uma coisa da qual fujo em costura, é de tudo quanto é redondo. Fico ansiosa antes do tempo, as mãos suam, penso que por mais que eu tente não vai dar certo nunca, e acabo sempre por passar um projeto de linhas retas à frente, deixando a proposta com curvas eternamente adiada. Mas antes de ir para os EUA eu já tinha lançado a mim própria o repto, que assim que voltasse iria fazer umas almofadas redondas, super fofas, grandes, que lembrassem às da casa da avó. Tanto que nas várias visitas que fiz por lá às lojas de tecidos, trouxe fat quarters de tecidos floridos, coloridos e a preto e branco. Não tinha as medidas certas na cabeça, mas comprei em quantidade que pensei, daria para o pretendido. E deu. Deu e ainda sobrou. O modelo encontrei no Cluck Cluck Sew, é "beginner friendly" (adoro o termo) e creiam, está super bem explicado o passo a passo, com fotos que ilustram de forma clara todas as etapas. A única coisa que fiz diferente, foi o verso da almofada, que a Allison propõe que seja executado com um tecido inteiro mas eu optei por fazer também aos gomos. Na almofada a preto e branco, vão reparar que os padrões até são diferentes de um lado e do outro, o que faz com que eu tenha "duas" almofadas numa. Dá um pouco mais de trabalho mas acho que compensa. E superado o complexo, que venham curvas, contracurvas, arcos e espirais. Acho que já nada me assusta. (aaaacho!)

DE MALAS FEITAS

3.4.16
Estou de malas feitas, a poucas horas de partir para visitar a filha que mora nos EUA. Isto de ter filhos no estrangeiro, se por um lado é penoso, por outro tem as suas vantagens, sendo a melhor delas o facto de acabarmos por ir a locais que, de outra forma, ficariam de fora do nosso roteiro. Como a viagem é bastante longa, 3 aviões e quase 24 horas de caminho, opto por desembarcar na 2ª paragem: Chicago. Já que é uma das escalas para chegar ao meu destino final, e não sei se alguma vez passarei por lá novamente, não quero perder a oportunidade de conhecer esta cidade. Vou sozinha, algo inédito, pois quem pertence a uma família de 5, sabe como é difícil estarmos entregues a nós próprios e por mais que todos tenham suas ocupações, há sempre pelo menos um membro disponível para acompanhar. Mas desta vez, não, e até chegar a Columbia, no estado do Missouri, onde mora a filha, eu serei minha própria companheira de viagem.
Como sou uma pessoa prática e que detesta andar carregada, a mala vai quase vazia. Quaaaase, pois levo presentes para Sasha, Mary, Melissa, Cassidy, Turner, Kelly, Clare. Nomes que me habituei a ouvir e que finalmente vou conhecer. São treinadoras, colegas de equipa, e uma mãe de quatro que tantas vezes coloca mais um prato à mesa e convida a minha filha. Foi tudo feito em casa: almofadas, runner de mesa e, a pedidos, os sacos para guardar lingerie que tantas vezes já mostrei no blog. Nunca pensei que esses organizadores fossem fazer tanto sucesso entre as amigas das filhas!
E sendo estas as novidades, é muito provável que nas próximas 2, 3 semanas, os posts sejam publicados diretamente dos Estados Unidos, assim enxerguem os meus olhos, coisas interessantes para vos mostrar!


TRAZER A PRIMAVERA PARA DENTRO DE CASA

13.3.16
Noto que a Primavera está a chegar quando entro no ginásio e este rebenta pelas costuras. Quando na aula de localizada, o meu lugar cativo foi descaradamente ocupado e a afluência é tanta que não consigo visualizar a minha pessoa no espelho. São elas e eles, cheios de boas intenções, entusiasmados com o bom tempo, focados na operação praia 2016. Mas voltando ao tema: as temperaturas sobem, o céu está absurdamente azul e reaparece aquela luz linda, típica de Lisboa. Só dá vontade de apressar o calendário e trazer a Primavera para dentro de casa. E isto é possível e até acessível, basta soltarmos a criatividade e usarmos aquilo que já temos em casa. Tirar dos armários aqueles objetos que geralmente estão guardados para ocasiões especiais, fazer um mix de estampas na roupa de cama e na mesa, dar usos diferenciados a peças soltas e, claro, florir, florir muito a casa. E decorar, com pássaros, com frutas, com bom gosto, harmonia e cor. Pequenas alterações fazem milagres e deixam os nossos olhos e a nossa alma mais alegres. Lá em casa, já está tudo preparado para receber a estação mais inspiradora do ano!

No meu quarto, nunca tive colcha definitiva. Sempre usei diferentes capas de edredons no inverno e mantas leves de toda a sorte no verão, e desta forma, quando é feita a cama de lavado, o ambiente renova-se. No momento, ainda não está quente o suficiente para prescindir do edredon, então, para variar, uso-o sem capa e fiz diversas fronhas com mistura de padrões para ir mudando o visual. Não esquecer de um arranjo singelo na mesinha lateral.

USAR AS OURELAS DOS TECIDOS

9.7.15
Quem gosta de tecidos, provavelmente já sabe daquilo que vou falar: de aproveitar tudo até ao mais ínfimo retalho, de não desprezar nem as ourelas! A ourela é aquela borda mais grossa do tecido, que lhe serve de acabamento, é ali que vêm impressos a paleta de cores da estampa, composição do pano, denominação do fabricante, do eventual designer e até o "nome próprio" do tecido. Depois de cortadas, viram tiras com dizeres e círculos de cores, que uma vez unidas, podem transformar-se elas próprias num tecido exclusivo, pessoal e intransmissível. De há uns tempos a esta parte, tenho vindo a guardar as ourelas dos tecidos que uso e também a receber (de braços abertos) as bordas que as amigas descartam. De posse de uma boa quantidade, lancei-me, à guisa de primeira experiência, numa almofada com um bloco fácil, apenas para comprovar duas situações das quais já suspeitava:
1) Não é mito o potencial destas margens aparentemente desinteressantes.
2) Verificou-se o meu maior temor: que de agora em diante, também será fator determinante na escolha do tecido, a originalidade da borda.

A sério, internem-me. Prometo não oferecer resistência.






































BANDANA BLANKET

2.5.15
Quando eu era adolescente, lá pelos anos 80 do século passado, adorava bandanas. E tinha uma, encarnada, que usava orgulhosamente ao pescoço e que ainda guardo comigo, completamente deformada nas pontas que davam o nó. Naquele tempo, em Portugal, as opções em termos de moda e acessórios eram limitadas, então aquela bandana representava para mim um "quê" de Velho Oeste, misturado com Pin-up girl e ainda uma pitada de rock star e usá-la, dava-me (imaginava eu) um certo toque de rebeldia.
Hoje em dia, continuo a me encantar com as cores e os padrões destes lenços, cujo uso generalizou-se e estendeu-se à decoração. Mas se nos EUA é fácil (e barato) encontrá-los, até em tecido a metro, em Lisboa nunca os vi à venda, e corrijam-me se eu estiver errada, pois vou adorar saber onde se pode comprá-los. Isto tudo para vos dizer que, quando a minha filha, que é babysitter dos filhos das vizinhas, pediu-me que eu costurasse uma manta, para ela poder sentar os bébés quando os leva ao parque, foi de uma coleção desses lenços, guardada há séculos no armário, que eu lembrei-me.
Nesta produção para o blog, a bandana blanket aparece como manta de piquenique no Jardim da Estrela, mas na vida real ela já voou para Bruxelas, e faz as delícias do Brieuc e da Anya (e da bábá dos dois) no Parc Georges Henri.

DESFAZER E TORNAR A FAZER #1

15.3.15
Sempre tive a mania de sacos de pano. E sempre tive vários: para os sapatos, as meias e a roupa interior na hora de viajar, para organizar o material de ginástica dos filhos quando estes eram crianças, para mandar o lanche para a escola ou levar o almoço para o trabalho. Só que não tinha máquina, não sabia costurar, nem conhecia quem pudesse mos fazer, então comprava-os quando me deparava por aí com algum interessante.
Há uns 3 anos atrás queria desesperadamente um saco para quando fosse comprar o pão. Importa dizer que sou eu a padeira da casa, e que sempre me chateou vir da padaria com os pães num saco de papel craft. Até porque achava mal empregado: o saco pardo já vinha todo amachucado, e eu com pena de vê-lo acabar no lixo quando na verdade via nele mil e uma possibilidades de fazer bonitos embrulhos. Lembro-me de nessa altura ainda ter ido a casa do meu pai, na esperança de que numa gaveta, jazesse esquecida alguma saca, antiga e maravilhosa, talvez até bordada, quem sabe. Mas nada. E acabei por comprar um saco desenxabido, de um tecido fininho, até grande demais para o pretendido, com um sistema de fecho de plástico, enfim, uma coisa triste e enfadonha, que durou e durou e serviu...até este fim de semana. Quando, inspirada por muitos dos vossos blogs, ousei desfazê-lo e voltar a fazê-lo, usando a imaginação e aquilo que houvesse em casa. Confesso que gostei desse mundo novo que se abriu de desconstrução/reconstrução e que agora ando receosa de olhar para as camisas do marido ou os vestidos das filhas com olhos de ver. O mais seguro será mesmo não apurar muito a vista...

ALMOFADAS SPIDER WEB

12.2.15
Spider Web é o nome oficial dos blocos usados nestas almofadas. Mas eu prefiro chamá-las de almofadas caleidoscópio. Afinal, a cada momento que as trocamos de posição, surgem aos nossos olhos combinações novas e inesperadas. Tal e qual o brinquedo que tinha em criança e que me facinava.
Fi-las numa tentativa desesperada de acabar com as centenas de retalhos que tenho. Mas parece que tudo o que consegui foi obter sub retalhos dos retalhos, fragmentos mínimos que parecem não servir para nada mas que faz pena deitar fora. A sensação que tenho é que literalmente, os bocados de pano reproduzem-se dentro das caixas. Quanto mais corto, acerto, harmonizo e utilizo, mais o monte aumenta. A vantagem de ter descoberto este bloco, é que fui obrigada a organizar os retalhos por cores. Digamos que continuo com uma porção de azuis, um punhado de encarnados, uma quantidade de neutros, uma mão cheia de verdes. Além do rosa e do amarelo. Mas pelo menos tenho a casa arrumada e a cabeça pronta para outros projetos.

























MESA POSTA

19.1.15
Sei que não se deve mostrar o presente antes de o oferecer, mas não consegui resistir. Ainda na sequência das capas que fiz para os individuais em MDF, e depois de comentar várias vezes com a Camila, que precisava investir em porta guardanapos pois eram acessórios quase inexistentes aqui em casa, eis que em meados de Dezembro, recebo uma caixa cheia deles. Lindos, coloridos, enfeitados com flores e pássaros e, o melhor, feitos com charme e carinho pela mãe da Camila!
Ao pensar em como retribuir tal gentileza, lembrei-me que também nas nossas trocas de comentários e emails, a certa altura a Camila sugeriu que capas em patchwork ficariam lindas, ao que eu respondi que concordava, mas seria bastante trabalhoso fazê-las. Que presente melhor poderia eu oferecer a uma "meseira assumida" do que as tais capas em patchwork, para que ela continue a nos brindar no seu blog com mesas lindas e criativas? 
Então aí está: para Camila, uma mesa posta, ou melhor, um aparador violeta, com individuais e loiça patchwork, porta guardanapos como só a mãe dela sabe fazer, chocolate belga e muffins de lavanda. A receita dos muffins, é da Neuza, é excelente e pode conferi-la aqui. A lavanda, é outro agradecimento público que eu preciso fazer: foi-me amavelmente enviada pela  própria Neuza, é produção dela e já rendeu vários bolos e fornadas de muffins, deliciosos e super, super perfumados!


QUENTES E FOFAS

26.12.14
Este ano, as ofertas de Natal, das duas, uma: ou foram mantas "fabricadas" em casa, ou então foram o que eu chamei de "presentes imateriais". Estes, não eram mais do que vales, que eu própria escrevi, que podiam representar sessões de maquilagem, bilhetes para o teatro, ou, no caso do filho mais novo que tem ideias e gostos muito peculiares, literalmente "aquilo que quiseres".
Em relação às mantas, o difícil foi encontrar tecidos que me satisfizessem: ou tinham acrílico a mais e lã a menos, ou eram demasiado rijos e as cores, muito óbvias, ou a textura não se prestava ao que eu pretendia.
Como as presenteadas com as mantas têm idades compreendidas entre os 2 e os 26 anos, tive mesmo que gastar um certo tempo a pensar não só nas combinações dos tecidos como nas palavras inspiradoras que queria aplicar. No final, penso que tudo se coordenou: as mais novas levaram para casa cobertas com dream e smile, as adolescentes ficaram com hope e as adultas, love e joy.
Só não tive resposta para uma pergunta que me fizeram: porquê em inglês? ah, não sei. Calhou!!

INDIVIDUAIS EM MDF COM CAPAS REVERSÍVEIS

13.11.14
Foi neste post da Camila que vi a ideia e não descansei até conseguir concretizá-la: uns sousplats redondos, em MDF, cujas capas vão sendo trocadas ao sabor do gosto e do humor, consoante se esteja voltada para montar uma mesa colorida, de cariz rústico, temática, ou algo  mais sofisticado. As opções são infinitas e o padrão das capas é que vai ditar a tendência.
A Camila, que no It Glamour mostra-nos que as mesas podem ser simples mas sempre com charme, foi uma querida, e por email mandou-me as medidas das placas de MDF para que eu pudesse pedir a um carpinteiro para as cortar.
Com as rodelas em mãos, era a minha vez de entrar em cena, que entusiasmada ante a perspetiva de poder montar mesas diferentes apenas vestindo e despindo as "bolachas", lembrei-me de fazer os invólucros em dupla face e desta forma multiplicar a versatilidade dos mesmos.
E foi assim, que surgiram 4 mesas, que se desdobraram em 8, e que vos mostro em seguida. Notem que  pratos, talheres, guardanapos e demais adereços são rigorosamente os mesmos no lado A e B de cada capa.

Para iniciar, uma proposta Outonal numa 1ª versão:

PRESENTES PARA A FAMÍLIA

23.7.14
Foi uma semana a costurar a todo o vapor.
Queria mandar uns presentes feitos por mim para duas tias e a irmã que moram longe. Como tenho poucas vítimas, preciso aproveitar estas ocasiões em que alguém daqui vai visitar a família, para praticar. E uma vez que as três gostam de coisas de casa, decidi-me por uns individuais. Na verdade, optei por individuais porque não tive imaginação para muito mais. A alternativa seriam almofadas, mas estas ocupam demasiado espaço numa mala. Poderia mandar só a capa para a almofada, mas sei por experiência própria que correria o risco do recheio nunca ser comprado e as ditas irem parar numa gaveta. Em tempos recebi uma capa, e fiquei sempre com a sensação de que a oferta vinha pela metade.
Enfim, o parto não foi fácil, porque o tempo escasseou, e eu tenho alma de artista e não sei fazer nada sob pressão. Tinha planeado costurar algo mais elaborado, mas rapidamente dei-me conta que não haveria tempo hábil para tal, e o máximo que consegui almejar foi uns conjuntos, cada um no seu estilo, com um bolsinho lateral, que na hora de arrumar a mesa, desse para brincar com os adereços e quebrar a monotonia.
O que foi muito positivo nesta semana intensiva de individuais, é que finalmente deu-se o clic e aprendi a fazer o viés sem medos nem hesitações e já não há segredos para mim de como cosê-lo à peça e dobrar os cantos. Aleluia!!

E assim surgiu um conjunto em candy colors, romântico, para uma das tias. Atenção: acessórios não incluídos.

#toalhademesa #colchadecama

29.6.14
Na minha cabeça a toalha para a mesa grande do terraço já estava mais que pronta. Mas na vida real, só ontem consegui acabá-la. A receita não tem segredo e é até enfadonha: cortar exaustivamente quadrados de 21x21cm, unir os quadrados em tiras, juntar essas tiras até obter o tamanho desejado. Forrar. Nada de enchimento.
Usei fat quarters e uma boa parte dos tecidos, vieram da City Quilter, em Nova Iorque. Gostaria de vos ter falado sobre essa quilt shop em NYC e não o fiz porque foi mesmo impossível fotografá-la, e um post sem fotos, não vale. Mas se visitar a cidade e gostar de patchwork, não deixe de lá ir. Além da oferta infindável de toda a sorte de apetrechos, aviamentos e livros da especialidade, eles têm alguns tecidos exclusivos e desenvolvidos por eles, notadamente as reproduções do metro de NY, o mapa da cidade ou os ícones da Big Apple.
Mas voltando ao meu assunto, ao todo foram 143 quadrados e 38 padrões diferentes. Resultou numa toalha de mesa feliz, exatamente como eu queria. E quando não estiver a ser utilizada como tal, afinal temos um verão curto, talvez possa dar o ar da sua graça alindando a cama.   
Eu diria que a peça é tão versátil, que pode fazer dela #whateveryoulike.

SACO COM TUDO DENTRO

29.7.13
Vejo os meus sobrinhos mais novos uma vez por ano.Ou os pais os trazem para visitar Lisboa e o velho mundo,ou somos nós que atravessamos o Atlântico até eles.Desta vez,é este o caso.
E quando isso acontece,tento sempre levar-lhes na bagagem,alguma coisa que fuja do óbvio,inclua uma novidade,e lhes dê a possibilidade de inventar e interagir.
Lembrei-me então,de lhes comprar uns carimbos para bolachas,e juntar a estes mais alguns acessórios para pastelaria,como uma tradicional mini forma de bolo,e outras de silicone para cupcakes.

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