PÁSCOA!

19.4.19
Uma linda e feliz quadra é o que desejo a todos que passam por aqui. Mesmo que não consigam reunir toda a família, como tem sido o meu caso de há uns anos a esta parte, o essencial é que estejam todos no coração uns dos outros.
Alegria e amor sempre!

FABRIC CARROTS

7.4.19
Um post rápido e simples com um projeto mais do que rápido e simples, só para mostrar que a apenas 2 semanas da Páscoa, ainda dá tempo, sim, de preparar uma mesa alegre, temática e sem gastar muito. É só reunir uns retalhos que tenha em casa (neste caso usei tecidos cor de laranja, mas não, cenouras não precisam ser dessa cor) arranjar umas argolas para guardanapos e seguir este tutorial. Acrescentar ou alterar é opcional: usei ráfia em vez de pano verde para as folhas, e "fechei" a cenoura com um pequeno botão. Depois é só escolher uns pratos alegres, um coelho aqui, outro acolá, flores et...voilá.

BUNNY BAGS

20.3.19
Há já algum tempo (leia-se anos) que eu queria fazer uns saquinhos em forma de coelho para a Páscoa, mas nunca consegui me organizar. A quadra chegava e eu via-me de repente sem tempo hábil para nada. Até que este ano obriguei-me a pensar na Páscoa com antecedência. Pesquisei bastantes templates, cheguei a fazer alguns protótipos e concluí que este tutorial, de execução bastante simples, poderia resultar em treat bags divertidas para oferecer a miúdos e, porque não, a alguns graúdos. A parte boa foi a possibilidade de utilizar retalhos que andavam por aí encalhados nas caixas. E a parte melhor ainda é poder colocar no ar estas imagens cheias de cor, hoje, dia em que no hemisfério norte dá-se a chegada da primavera, evento sempre muito celebrado pois marca o fim do inverno, o início dos dias longos e soalheiros e o renascimento da natureza!

UMA "SEW TOGETHER BAG" EM PRETO E BRANCO

9.3.19
Não sei se também vos acontece, mas é frequente eu fazer alguma peça para os outros, achar que também quero igual e que mais tarde tratarei disso, mas outros projetos passam à frente e acabo sempre sem fazer para mim. Isso aconteceu entre outras coisas com a sew together bag que sorteei aqui no blog em Dezembro. Achei que a malinha, cheia de compartimentos e bolsos seria ideal para eu transportar o vasto material indispensável às aulas de patchwork. Só que o tempo foi passando, e a ideia, obviamente, ficando para trás. Finalmente arranjei coragem (ou tempo, sei lá) e muito a medo, desafiei-me, saindo da minha zona de conforto. Sim, isso sempre sucede quando resolvo abandonar o colorido e optar por branco, pretos, cinzentos e afins. É inacreditável como me sinto completamente à vontade a conjugar cores, mas muito temerosa ao combinar tons neutros ou básicos. O meu receio é cair na monotonia e produzir algo desestimulante e que não me arranque um sorriso. Como não sou de ferro, lá pelo meio dos incontáveis padrões a preto e branco que lotavam as minhas caixas, descobri um com fundo escuro e alguma cor e resolvi integra-lo discretamente no projeto. E como eu era a minha própria cliente ainda personalizei mais a peça incluindo uma pequena mas útil almofada para alfinetes. Gostei do resultado e já estreei a minha sew together bag pessoal e intransmissível na aula de hoje. Fiquei orgulhosa, claro, senti-me uma pro dos retalhos com todo o material necessário arrumado e organizado!

ANTES E DEPOIS DO MÓVEL ESQUECIDO NA DESPENSA

23.2.19
Tudo começou com um whatsapp de uma amiga de quase 30 anos: "vou te enviar a foto de um móvel em mau estado, diz-me se tem salvação", dizia a mensagem. Olhei a imagem que me mostrava o ecrã do telemóvel e reconheci o pequeno móvel que sempre vi em casa dela, primeiro ainda com alguma dignidade, na sala, e mais tarde, na despensa da cozinha onde servia de apoio e de abrigo a tudo e mais alguma coisa que não tivesse poiso certo ou serventia. E eu que até estava na oficina de restauros que frequento uma vez por semana, portanto, altamente imbuída do espírito de renovação, digo-lhe prontamente que sim, que deixe nas minhas mãos, que a peça tem solução. Só não contava é que as mazelas fossem tantas: porta empenada, pés parcialmente comidos pelo bicho que tornavam o móvel claudicante, interiores forrados a papel para encobrir manchas indeléveis, tampo separado em dois. Não consegui dar um jeito a tudo: a porta e o tampo continuaram com os seus defeitos (que eu prefiro chamar de feitios) mas consegui estabilizar o móvel serrando uns pés e acrescentando outros e os interiores, bem, os interiores tornaram-se o efeito surpresa. Um regalo para a vista de quem abre a gaveta ou as portas e, inesperadamente, recebe uma lufada de ar fresco. Fiquei entretanto a saber que, depois de ter pertencido à sala e posteriormente ter ido parar aos cafundós da despensa, ele ganhou novamente as atenções da dona e assumiu recentemente funções de mesinha de cabeceira.

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